Centro de Economia Popular e Solidária no DF, faz 820 atendimentos em 7 meses

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Em sete meses de funcionamento, o Centro Público de Economia Popular e Solidária do Distrito Federal (CPES DF) já realizou 820 atendimentos no espaço, localizado na antiga Galeria do Trabalhador, no Setor Comercial Norte de Brasília. Desde a inauguração, ocorrida em agosto de 2017, foram realizadas sete feiras, das quais participaram 70 empreendimentos do DF e Entorno em áreas como artesanato, reciclagem, agricultura familiar.

Além disso, mais 160 empreendedores de 15 projetos têm à disposição a Mostra de Produtos dos Empreendimentos Econômicos Solidários (EES) para exporem seus produtos de forma permanente na sede.

Em paralelo às oportunidades de comercialização, o CPES DF acolhe formações promovidas pelo Fórum de Economia Solidária (nas áreas de finanças solidárias e desenvolvimento sustentável). Os setores organizados do Fórum também fazem uso do espaço para articulação de seus grupos, a exemplo dos catadores e catadoras de materiais recicláveis e dos profissionais e usuários da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS).

Há ainda os atendimentos individuais e coletivos de pessoas que buscam informações sobre o funcionamento do Centro Público e sobre as agendas de formação, de feira e de projetos. “O Centro Público de Economia Popular e Solidária é um espaço para apresentação da Economia Solidária, do Cooperativismo e do Associativismo como alternativa para a geração de trabalho e renda, prestando atendimento e orientação a cidadãos e cidadãs interessados – missão e valores que o Ministério do Trabalho chancela e incentiva”, observa o ministro interino, Helton Yomura.

Synara de Almeida, da Coordenação do Fórum de Economia Solidária do DF e Entorno, destaca alguns dos projetos que colaboram para a efetividade das atividades e para o desenvolvimento dos EES. O Circuito EcoSol DF e o Grupo de Trabalho Saúde Mental e Economia Solidária (que reúne o Observatório de Saúde Mental da UnB, o Movimento de Saúde Mental e o Fórum de Economia Solidária) são exemplos disso.

“Também colaboram com as ações realizadas no CPES DF o Coletivo de Educadores em EcoSol, a Central de Cooperativas de Materiais Recicláveis do Distrito Federal e Entorno; e o Programa Afroempreendedor, desenvolvido pela Secretaria de Igualdade Racial. O Centro também é um ponto de referência para o Cadastro Nacional de Empreendimentos Econômicos Solidários (CadSol) da Senaes”, destaca Synara.

Em dezembro de 2017, o MTb assinou os termos de cooperação para apoio e fomento a redes de cooperação solidária no país e, em particular, no Centro-Oeste. Algumas propostas contratadas estão diretamente relacionadas ao espaço do Centro Público do DF e Entorno. O objetivo é ampliar e fortalecer a produção, a comercialização local e sustentável e o consumo responsável.

“O eixo central que orienta a intervenção diz respeito ao fomento a redes locais e territoriais na região, envolvendo produtores e consumidores nos estados de Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e no Distrito Federal, por meio de Bases de Serviço de Apoio à Economia Solidária (Bases). Meio que facilita a assessoria aos seus EES, visando o desenvolvimento territorial sustentável como estratégia de superação da pobreza extrema”, explica o secretário de Políticas Públicas de Emprego, Leonardo Arantes.

O CPES DF local foi instituído pela Portaria nº 155, do Governo do Distrito Federal (GDF), publicada em 21 de julho de 2017 e possui gestão compartilhada entre a Secretaria Adjunta do Trabalho vinculada à Secretaria de Estado do Trabalho, Desenvolvimento Social, Mulheres, Igualdade Racial e Direitos Humanos (SEDESTHMID) e o Fórum de Economia Solidária do Distrito Federal e Entorno.
Mais informações: www.fesdfe.com/face: circuitoecosoldf

SERVIÇO

Atendimento no CPES DF

O atendimento ao público acontece de segunda a sexta, das 9h às 12h e das 14h às 17h.
Serviços oferecidos:

• Cadastro no Cadsol DF;
• Espaço de Mostra de Produtos;
• Funcionamento da Secretaria Executiva do FESDFE;
• Acesso à internet para EES;
• Espaço para reuniões e formações;
• Feira mensal de Economia Solidária;
• Calendário de Formações sob demanda.

 

Fonte – Ministério do Trabalho

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