Governador Catarinense participa da abertura do 14º Encontro de Mulheres Cooperativistas, em Florianópolis

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Raimundo Colombo governador de Santa Catarina participou na manhã desta quinta-feira, 26, em Florianópolis, da abertura do 14º Encontro Estadual de Mulheres Cooperativistas. O evento, que termina nesta sexta, 27, reúne 900 agricultoras de 30 cooperativas. A organização é do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop) e da Organização das Cooperativas do Estado de Santa Catarina (Ocesc). Também esteve presente o secretário de Estado da Agricultura e da Pesca, Moacir Sopelsa.

“Em Santa Catarina, avançamos muito graças às pessoas que estão aqui. O processo de mobilização é o primeiro passo para evolução, e outro passo é a organização. Isso é cooperativismo. Esse processo de integração faz de SC um Estado cada vez melhor”, disse Colombo.

O objetivo do encontro é vivenciar e compartilhar experiências e conhecimentos através da temática “Mulheres Cooperativistas: Estrelas da Vida Real”. O encontro em 2017 retoma o formato original, que aconteceu pela última vez em 2015, na 13º edição. As edições especiais realizadas em 2011 (Congresso Catarinense) e 2016 (Edição Especial de 15 Anos) são contabilizadas à parte da linha do tempo dos eventos estaduais. Para esse ano, as palestras focam em assuntos como autonomia e controle emocional, relacionamento interpessoal e autoestima. O Espaço Sou Arte fará apresentações artísticas durante os dois dias do evento.

“Falar de cooperativismo nos enche de orgulho. Essas agricultoras são responsáveis por produzir o que há de mais sagrado, que é o alimento. Sabemos que o sucesso do agronegócio de Santa Catarina tem sempre uma mulher cooperativista. Espero que esses encontros possam, além de promover a confraternização, trazer ainda mais conhecimento para as participantes”, destacou Sopelsa.

A agricultora de Indaial, Luzia Wrezinski, produtora de hortaliças e frutas, contou que vende seus produtos para uma cooperativa há 18 anos. “O que a gente planta consegue colocar no mercado e recebe por isso. Vale a pena ser cooperada. Quem quiser voltar para a agricultura precisa saber que é um futuro garantido”, disse.

 

Fonte – Secom

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