Parintins projeta implantação de usina que transforma lixo em energia elétrica

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O Brasil necessita dar uma destinação viável para as 79,9 mil toneladas de lixo (os dados são de 2015) que a população brasileira produz anualmente. A informação é da Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe) apontando que a quantidade de lixo produzido no Brasil vem batendo recorde ano após ano. Este dado e 1,7% maior do que o gerado em 2014.

Existe a queima direta dos resíduos, o sistema mais utilizado onde usinas termoelétricas queimam o lixo para gerar energia ou calor e a queima do biogás produzido a partir da decomposição da matéria orgânica do lixo.

Na queima direta dos resíduos, os resíduos chegam à usina, são separados para reciclagem e o descarte é enviado aos incineradores. O calor da queima do lixo alimenta os motores da usina, gerando energia elétrica.

Em Parintins, no AM, as tratativas para a execução de um projeto pela prefeitura com o intuito de implantar uma usina que vai produzir energia elétrica a partir do lixo, estão bem adiantadas. A informação foi confirmada a semana passada pelo subsecretário de Meio Ambiente Alzenilson Aquino. As duas empresas que se habilitaram após o chamamento público, IPK Engenharia e Energy Bolt, ambas do estado de São Paulo, passaram por visita técnica no final do mês de agosto.

As empresas estão sendo avaliadas e a escolha será feita através de uma comissão formada por representantes da Procuradoria-Geral do Município, Controladoria e secretarias de Saúde e Meio Ambiente. Alzenilson Aquino (SEDEMA) e o secretário de Obras e Serviços Públicos (SEMOSP), Mateus Assayag, foram os responsáveis pela visita. Eles conheceram toda a estrutura montada dessas empresas que transformam o resíduo sólido em energia elétrica. A proposta das empresas já está em poder da comissão.

“Existe também um consócio que se habilitou junto a essas empresas. A visita técnica teve a presença de um professor/pesquisador, além de técnicos e engenheiros que fazem parte dessas empresas que demonstraram também interesse junto ao município de Parintins pela execução do projeto inovador, que se for concretizado, será o pioneiro no Estado do Amazonas”, disse Alzenilson Aquino.

Uma das empresas tem desenvolvido esse trabalho desde 1973 e, de acordo com as informações, já vendeu mais de 20 máquinas para fora do Brasil. “É uma usina totalmente digital, tudo controlado por computador. É uma tecnologia nova e que pode ser promissora para o Estado do Amazonas, visto que temos problemas com o resíduo sólido, como em todo lugar do mundo e Parintins pode ser a entrada dessa usina”, completou.

A contrapartida do município de Parintins para ter a usina é baixa. a prefeitura precisa apenas disponibilizar o terreno para o funcionamento e investidores ficariam responsáveis pela execução do projeto. “A possibilidade é grande de Parintins ser contemplada com essa usina. Além do resíduo que vai ser coletado das residências, a lixeira também vai ser consumida. O material que está enterrado será processado para ser transformado em energia elétrica e o produto será vendido bem em conta dentro do próprio município”, finalizou.

“Existe também um consócio que se habilitou junto a essas empresas. A visita técnica teve a presença de um professor/pesquisador, além de técnicos e engenheiros que fazem parte dessas empresas que demonstraram também interesse junto ao município de Parintins pela execução do projeto inovador, que se for concretizado, será o pioneiro no Estado do Amazonas”, disse Alzenilson Aquino.

Uma das empresas tem desenvolvido esse trabalho desde 1973 e, de acordo com as informações, já vendeu mais de 20 máquinas para fora do Brasil. “É uma usina totalmente digital, tudo controlado por computador. É uma tecnologia nova e que pode ser promissora para o Estado do Amazonas, visto que temos problemas com o resíduo sólido, como em todo lugar do mundo e Parintins pode ser a entrada dessa usina”, completou.

A contrapartida do município de Parintins para ter a usina é baixa. a prefeitura precisa apenas disponibilizar o terreno para o funcionamento e investidores ficariam responsáveis pela execução do projeto. “A possibilidade é grande de Parintins ser contemplada com essa usina. Além do resíduo que vai ser coletado das residências, a lixeira também vai ser consumida. O material que está enterrado será processado para ser transformado em energia elétrica e o produto será vendido bem em conta dentro do próprio município”, finalizou.

Fonte – PMP e Redação Coopnews

Foto – Divulgação