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Modelo do Sistema Ailos desafia instituições financeiras com resultados mais humanos e eficientes

O desempenho do Sistema Ailos evidencia como a Economia da Cooperação entrega condições mais justas, com taxas de crédito mais acessíveis e melhor rentabilidade nas aplicações em comparação às instituições financeiras tradicionais.
Com foco em economia direta, eficiência e proximidade, o Sistema Ailos mostra que é possível unir rentabilidade e propósito, redefinindo o papel das cooperativas no cenário econômico atual.
Nas cooperativas, os resultados voltam para quem faz parte do sistema. O modelo fortalece os cooperados, amplia ganhos e cria uma relação financeira mais transparente e participativa.

O Sistema Ailos encerrou 2025 com um resultado que chama atenção: R$ 3,88 bilhões gerados em economia direta para seus cooperados. O dado faz parte do indicador conhecido como Economia da Cooperação, que mede, na prática, quanto os cooperados economizam ao optar pelos produtos e serviços das cooperativas em comparação com as condições médias oferecidas por instituições financeiras tradicionais. No dia a dia, isso se traduz em mais dinheiro no bolso: em média, cada cooperado economizou R$ 2.213,00 ao longo do ano.

Mais do que um número expressivo, a Economia da Cooperação revela o impacto direto do modelo cooperativista na vida das pessoas. Ao utilizar soluções financeiras das cooperativas Ailos, os cooperados encontram condições mais equilibradas e vantajosas, reforçando a proposta de um sistema que prioriza o coletivo sem abrir mão da eficiência.

“A Economia da Cooperação mostra, de forma objetiva, como o modelo cooperativista se traduz em benefício financeiro direto para as comunidades onde estamos inseridos”, destaca Adelino Sasse, diretor de negócios e produtos da Central Ailos. Segundo ele, o resultado reflete um trabalho consistente, focado em gerar valor real para quem participa do sistema.

Os números ajudam a entender essa diferença. Em 2025, a rentabilidade média das aplicações nas cooperativas foi de 13,42% ao ano, superando os 10,29% registrados no mercado. Esse desempenho reforça a atratividade das cooperativas para quem busca fazer o dinheiro render mais, sem abrir mão da segurança.

No crédito, o contraste é ainda mais evidente. As taxas médias no crédito pessoal e financiamentos ficaram em 26,24% nas cooperativas, enquanto no mercado chegaram a 37,38%. No cheque especial, a diferença salta aos olhos: 116,53% nas cooperativas contra 274,04% nas instituições tradicionais. Já no rotativo do cartão, os números foram de 167,44% nas cooperativas, frente a 305,75% no mercado, evidenciando o peso das condições mais justas.

Além disso, a Economia da Cooperação também considera o retorno direto ao cooperado, como o pagamento de Juros ao Capital, que alcançou 9,68%, e a distribuição de sobras vinculada ao uso de produtos e serviços. “Quando reunimos todos esses fatores, o resultado vai além dos números. É a prova de um modelo que coloca o cooperado no centro, desde a definição de preços até a devolução dos resultados. A Economia da Cooperação mostra, de forma concreta, como o cooperativismo transforma eficiência financeira em benefício compartilhado”, conclui Sasse.

 

Fonte – Ascom

Edição – Coopnews

Foto – Divulgação/Ascom

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