Cerca de 200 agricultoras familiares reuniram-se em Natal (RN) para celebrar o Ano Internacional da Mulher Agricultora e discutir o fortalecimento do trabalho no campo. Durante o Workshop Internacional, o Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) reforçou que não existe desenvolvimento regional sem o protagonismo das mulheres rurais. O evento destacou o acesso ao crédito, à tecnologia e aos novos mercados como ferramentas fundamentais de justiça social e independência econômica. Ao ouvir diretamente as demandas de cooperativas e associações, o governo busca conectar políticas públicas às necessidades reais de cada território. O objetivo é garantir que o cooperativismo feminino continue sendo o motor de um futuro mais justo, próspero e sustentável para o Brasil.
Em um movimento que une tradição e inovação, cerca de 200 agricultoras familiares se reuniram em Natal (RN) para reafirmar seu papel central na economia brasileira. O Workshop Internacional “Agricultoras Familiares Cooperadas” marcou as celebrações do Ano Internacional da Mulher Agricultora, trazendo para a mesa diálogos urgentes sobre autonomia e sustentabilidade. O recado do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) foi claro: o protagonismo das mulheres rurais não é apenas uma pauta social, mas o motor indispensável para o crescimento de qualquer região. Através do cooperativismo, essas mulheres estão semeando um futuro mais justo e colhendo independência econômica.
Um Encontro de Vozes e Experiências em Natal
Entre os dias 27 e 29 de maio, a capital potiguar tornou-se o epicentro de debates profundos sobre o papel das mulheres rurais no desenvolvimento territorial. O evento, organizado pela ASCAFES e pela Unicafes, serviu como uma vitrine para a força do trabalho feminino no campo, reunindo representantes do governo, organismos internacionais e do setor privado. Mais do que uma conferência, o workshop foi um espaço de troca onde a experiência prática das agricultoras encontrou o suporte das políticas públicas, focando em temas como empreendedorismo e a internacionalização da produção feminina.
As Ferramentas da Autonomia: Além do Manejo da Terra
Para que o desenvolvimento regional seja sustentável e real, o governo defende que é preciso entregar ferramentas concretas para quem produz. Representando o MIDR, Rita de Cácia Lima destacou que o acesso ao crédito, à assistência técnica e à tecnologia adaptada são muito mais do que simples recursos de gestão; eles funcionam como instrumentos de justiça social. “Não há desenvolvimento regional sem o protagonismo das mulheres rurais”, afirmou a coordenadora, reforçando que garantir o acesso a novos mercados é o caminho definitivo para a autonomia econômica dessas trabalhadoras.
Políticas Públicas Construídas a Partir da Realidade
Um dos grandes diferenciais deste encontro foi a disposição para a escuta ativa. O workshop funcionou como um canal direto de pactuação, onde o governo buscou aprender com as vivências das cooperativas e associações locais. A ideia central é que as políticas voltadas para o campo não podem ser criadas em gabinetes distantes, mas sim brotar das necessidades reais dos territórios onde essas mulheres vivem e trabalham. Dessa forma, o mulheres rurais cooperativismo se consolida não só como um modelo de negócio, mas como uma estratégia poderosa de ocupação de espaços e transformação social.
Fonte – Ascom
Texto com apoio da Inteligência Artificial/ Redação e Edição da Coopnews.
Foto – Divulgação




