O desenvolvimento do Norte do Brasil ganha um novo fôlego com o anúncio dos selecionados para a Seleção Pública de Patrocínio 2026 do Banco da Amazônia. Com um aporte de R$ 3,9 milhões, a iniciativa vai tirar do papel 65 projetos que celebram a cultura, protegem o meio ambiente e impulsionam o esporte e a economia local. É um investimento direto no coração da floresta, focado em gerar emprego e dignidade para quem vive na Amazônia Legal.
O Banco da Amazônia revelou nesta semana o resultado de seu edital de patrocínio para 2026, garantindo que uma onda de inovação e cidadania percorra a Amazônia Legal. O investimento total de R$ 3,9 milhões será destinado a propostas que vão desde festivais culturais até o fortalecimento do agronegócio e a preservação ambiental.
As iniciativas, selecionadas criteriosamente para fortalecer a identidade regional e promover o desenvolvimento sustentável, serão executadas entre maio e dezembro deste ano.
Segundo a instituição, o objetivo central é garantir que os recursos circulem dentro do próprio território, gerando renda e novas oportunidades para as comunidades locais.
Fomento que pulsa: da economia criativa ao agronegócio regional
O edital foi dividido em eixos estratégicos para abraçar a pluralidade de quem produz na Amazônia Legal. Os setores de cultura e mercado contam com aportes de até R$ 80 mil por projeto.
Na prática, isso significa fôlego novo para festivais de música, cinema, artes cênicas e a salvaguarda de saberes tradicionais, além de apoio fundamental para feiras agropecuárias — como a 43ª Expoalta, em Altamira — e incentivo ao turismo e aos microempreendedores individuais (MEI).
De olho no pódio e no futuro: esporte e inclusão social em destaque
Com investimentos de até R$ 50 mil por iniciativa, as áreas social, ambiental e esportiva também ganham protagonismo.
O impacto humano é visível em projetos como o “Braçadas do Futuro”, que foca na natação de alto rendimento para atletas e paratletas em Roraima, e no suporte à trajetória da nadadora Pietra Diniz.
No eixo social e ambiental, o foco recai sobre a garantia de direitos, o combate à fome, a capacitação profissional e a economia circular, essencial para o equilíbrio da Amazônia Legal.
Compromisso social: acessibilidade e combate rigoroso ao racismo
Mais do que um repasse financeiro, o patrocínio estabelece um pacto ético com a sociedade. Todos os proponentes selecionados assumiram o compromisso de entregar contrapartidas sociais, garantindo acessibilidade universal com recursos como Libras e adaptações físicas.
Além disso, o Banco da Amazônia inovou ao exigir práticas de comunicação antirracistas em todos os projetos executados na Amazônia Legal.Isso inclui treinamentos de sensibilização para as equipes, inclusão racial em todas as etapas de desenvolvimento e uma política de “tolerância zero” contra qualquer forma de discriminação nos conteúdos produzidos.
Os responsáveis pelos projetos aprovados já estão sendo notificados via e-mail com a Carta de Aprovação oficial.
Fonte – Ascom/Banco da Amazônia
Texto com apoio da Inteligência Artificial/ Redação e Edição da Coopnews
Foto – Ascom/Banco da Amazônia




