O Museu Amazônico da Ufam completa 35 anos consolidado como um dos principais espaços de pesquisa, memória e valorização da cultura regional. Ao longo de sua trajetória, a instituição tornou-se referência na Preservação Histórica da Amazônia, reunindo importantes acervos e promovendo estudos sobre a diversidade cultural e social da região. Além de preservar o patrimônio amazônico, o museu amplia o acesso ao conhecimento e fortalece o diálogo entre ciência, educação e sociedade, reafirmando seu papel na construção da identidade amazônica.
O Museu Amazônico da Ufam celebra oficialmente seus 35 anos de trajetória, consolidando-se como um dos pilares mais importantes para a preservação histórica, a pesquisa transnacional e a valorização da identidade regional. Com uma programação especial que integra arte urbana, solenidades oficiais e novos projetos de difusão cultural, a instituição celebra três décadas e meia de serviços prestados à sociedade e à ciência.
Durante a mesa de abertura da cerimônia comemorativa no campus universitário, o vice-reitor, professor Geone Maia, ressaltou a importância do Museu como espaço de conservação histórica. “Celebrar os 35 anos do Museu Amazônico é valorizar o patrimônio científico e cultural da Ufam. Nosso acervo destaca-se pela riqueza bibliográfica, artística, arqueológica e arquivística, preservando a história e a identidade do Amazonas. Esta data homenageia o trabalho contínuo de todos que fizeram, fazem e farão parte da história desta instituição”.
Três décadas e meia de história e infraestrutura integrada
Embora sua criação já estivesse prevista no Estatuto da Universidade de 1975, o Museu Amazônico iniciou oficialmente suas atividades em 21 de junho de 1991. A motivação inicial foi urgente: abrigar o valioso acervo documental da histórica empresa de navegação regional J.G. Araújo. Desde então, a instituição expandiu sua atuação e hoje distribui suas atividades em três importantes estruturas na capital amazonense: o casarão histórico, o coração público do museu, abrigando exposições de curta e longa duração nos pisos térreo e superior, além de salas administrativas e educativas; o prédio anexo que comporta a Biblioteca Setorial (térreo), a Divisão de Museologia (1º andar) e a Divisão de Pesquisa e Documentação Histórica (2º andar); o Laboratório de Arqueologia, voltado à pesquisa, com laboratórios de restauro e reservas técnicas.
O Museu Amazônico salvaguarda um acervo importante, dividido em quatro grandes áreas que servem de base para pesquisadores do mundo inteiro: museológico; arquivístico e documental; arqueológico; bibliográfico e científico. O acervo reúne peças e documentos que vão de coleções de instituições, fundos pessoais de grandes intelectuais e escritores da região, toneladas de vestígios divididos em 25 coleções de ocupações pré-coloniais, e obras raras e divisões focadas em paleontologia e mineralogia.
Impacto acadêmico, social e o Projeto “35 Anos”
Para celebrar o marco dos 35 anos, a instituição deu início ao projeto “35 anos do Museu Universitário da UFAM – Memória, Pesquisa e Educação Patrimonial”, financiado pela Política Nacional Aldir Blanc (PNAB). A iniciativa prevê o desenvolvimento de diversas entregas comemorativas voltadas para a democratização do acesso à cultura, incluindo uma grande exposição comemorativa em formatos presencial e virtual acessível; uma versão itinerante da exposição voltada para outras comunidades; a publicação de um catálogo ilustrado (impresso e digital); a produção de um documentário em vídeo reunindo depoimentos, entrevistas e imagens dos acervos; e a distribuição de kits e materiais didáticos focados em educação patrimonial.
Ao celebrar três décadas e meia de história, o Museu Amazônico consolida-se não apenas como um guardião do passado, mas como um laboratório vivo, dinâmico e multiusuário. Além de impulsionar a pesquisa e oferecer estágios e capacitações práticas em museologia e preservação patrimonial, o espaço segue integrando a comunidade acadêmica da Ufam.
Fonte – Ufam
Texto com apoio da Inteligência Artificial/ Edição da Coopnews
Foto – Divulgação/Ascom




