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Projeto combate venda casada na contratação de crédito rural

Proposta busca garantir mais liberdade ao produtor na contratação de crédito rural, sem exigência de produtos ou serviços adicionais.
A medida reforça a transparência nas operações de crédito rural e amplia a proteção aos agricultores durante as negociações.
Se aprovado pela Câmara e pelo Senado, o projeto poderá mudar as regras para a concessão de crédito rural em todo o país.

Um projeto de lei em análise no Congresso Nacional pretende proibir a prática de venda casada na contratação de crédito rural, garantindo mais segurança e liberdade aos produtores na hora de acessar financiamentos. Pela proposta, instituições financeiras não poderão condicionar a liberação do crédito à aquisição de produtos, seguros ou serviços que não tenham relação direta com a operação. O objetivo é fortalecer a transparência, ampliar a concorrência e proteger agricultores e pecuaristas de exigências consideradas abusivas. A iniciativa busca tornar o acesso ao crédito rural mais justo e alinhado às necessidades do setor produtivo. Para entrar em vigor, o texto ainda precisa ser aprovado pela Câmara dos Deputados e pelo Senado Federal antes de seguir para sanção presidencial.

O Projeto de Lei 523/26 proíbe instituições financeiras de exigir a contratação de produtos ou serviços para a concessão de crédito rural. Pelo texto, essa prática será considerada abusiva, sujeitando os infratores a sanções legais e financeiras.

A proposta em análise na Câmara dos Deputados altera a Lei 4.829/65, que trata do crédito rural.

Segundo o deputado Pezenti (MDB-SC), autor da proposta, embora a legislação já proíba a chamada “venda casada” no crédito rural, o mero cumprimento formal das normas vigentes tem sido insuficiente para coibir condutas abusivas.

PRÓXIMOS PASSOS

O projeto será analisado, em caráter conclusivo, pelas comissões de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

 

 

 

Fonte – Agência Câmara

Texto com apoio da Inteligência Artificial/Edição da Coopnews

Foto – Agência Câmara

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