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Coopera+Amazônia amplia voz das cooperativas na governança e no desenvolvimento regional

Representantes do movimento cooperativista tomam posse no Comitê de Governança do projeto Coopera+Amazônia em Brasília.
A iniciativa prevê atender cerca de 6 mil famílias e 50 cooperativas nos estados do Acre, Amazonas, Maranhão, Pará e Rondônia.
Com recursos de R$ 103 milhões, o programa fortalece cadeias produtivas da socio

A participação das cooperativas nas decisões sobre o desenvolvimento de seus territórios ganhou um novo marco com a posse de representantes do movimento no Comitê de Governança do projeto Coopera+Amazônia. A cerimônia oficial foi realizada na sede do Sebrae Nacional, em Brasília, contando com a presença da superintendente do Sistema OCB, Fabíola Nader Motta. Lançado originalmente em novembro de 2025, durante a COP30 em Belém (PA), o projeto reúne instituições públicas e organizações cooperativas para fortalecer empreendimentos coletivos ligados à sociobiodiversidade amazônica. A iniciativa contempla o atendimento a 50 cooperativas e aproximadamente 6 mil famílias em estados como Acre, Amazonas, Maranhão, Pará e Rondônia, com foco na organização produtiva, na agregação de valor e na ampliação do acesso a mercados. A inserção direta das lideranças cooperativistas na governança aproxima as decisões estratégicas da realidade vivenciada na ponta pelas comunidades locais.

A participação das cooperativas nas decisões sobre o desenvolvimento de seus territórios ganhou um novo espaço com a posse de representantes do movimento no Comitê de Governança do Coopera+Amazônia. A cerimônia foi realizada na sede do Sebrae Nacional, em Brasília, e contou com a participação da superintendente do Sistema OCB, Fabíola Nader Motta.

Lançado em novembro de 2025, durante a COP30, em Belém (PA), o projeto reúne instituições públicas e organizações do cooperativismo para fortalecer empreendimentos coletivos ligados à sociobiodiversidade amazônica. A iniciativa prevê atender 50 cooperativas e cerca de 6 mil famílias no Acre, Amazonas, Maranhão, Pará e Rondônia, com ações voltadas à organização produtiva, à agregação de valor e à ampliação do acesso a mercados.

O Sistema OCB contribui para a construção do projeto desde 2024, com conhecimentos em governança e gestão, organização da produção e acesso a mercados. Para Fabíola, a entrada de representantes das cooperativas no comitê é um passo importante para aproximar as decisões da realidade de quem está na ponta.

“Quando as cooperativas participam diretamente da governança, elas ajudam a definir os caminhos do projeto a partir de suas próprias experiências e necessidades. O cooperativismo tem muito a contribuir para transformar o potencial da sociobiodiversidade amazônica em oportunidades de renda e desenvolvimento, respeitando os conhecimentos tradicionais e mantendo a floresta em pé”, afirmou a superintendente.

Nova representação e reconhecimento histórico

Com a posse, Anderson Uruam Suruí, representante da Coopsur, de Cacoal (RO), assume como titular no comitê, enquanto Maria Divina Lopes, da Coomara, de Imperatriz (MA), passa a ocupar a suplência. A representação amplia a presença das próprias cooperativas no espaço de governança, que reúne também o Sistema OCB, o Sebrae, os ministérios do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), e do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA), além da União Nacional das Cooperativas da Agricultura Familiar e Economia Solidária (Unicafes).

A cerimônia também prestou homenagem a Maria Domingas Marques Pinto, da Coobavida, de Itapecuru-Mirim (MA), quebradeira de coco babaçu e representante no Fórum das Cooperativas. A homenagem reconheceu a contribuição das mulheres que, por meio do trabalho coletivo e da preservação de saberes tradicionais, movimentam a economia de seus territórios.

“Fortalecer o cooperativismo amazônico é também valorizar as pessoas que fazem esse trabalho acontecer todos os dias. São as cooperativas e suas comunidades que conhecem os desafios locais e as possibilidades de cada cadeia produtiva. Por isso, o compromisso do Sistema OCB é seguir ao lado dessas organizações, contribuindo para que tenham melhores condições de produzir, crescer e acessar novos mercados”, destacou Fabíola.

Apoio à produção e investimentos na região

Coordenado pelo Sebrae em parceria com o MDIC, o Coopera+Amazônia reúne instituições como o Sistema OCB, MMA, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), MDA, a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e a Unicafes. O projeto atua em cadeias produtivas estratégicas, como as do babaçu, do açaí, do cupuaçu e da castanha-do-brasil.

Em julho de 2026, foram formalizados R$ 103 milhões para a execução da iniciativa ao longo de quatro anos, com recursos provenientes do Fundo Amazônia, responsável por 97% do total, e do Sebrae, que aporta os 3% restantes.

Além do comitê, o projeto conta com o Fórum das Cooperativas, que reúne representantes estaduais e busca ampliar a articulação entre os empreendimentos participantes. A proposta é fortalecer a atuação coletiva e criar condições para que as cooperativas ampliem sua participação nos mercados nacionais e internacionais.

 

 

Fonte – Sistema OCB

Texto com apoio da Inteligência Artificial/Edição da Coopnews

Foto – Divulgação – E Gov

 

Coopera+Amazônia Cooperativas

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