Projeto Cunhantã Digital comemora cinco anos

Ciência e Tecnologia

Até o dia 21 de agosto, às 19h, o Projeto Cunhantã Digital realiza lives para celebrar cinco anos de história. As transmissões ocorrem no canal do YouTube do Projeto e a programação inclui relatos de ex-voluntárias, co-fundadoras, da comunidade e das das escolas e encontro com Bolsistas do Mulheres do Projeto SUPER. O Cunhantã Digital estimula o aumento do quantitativo feminino na área de exatas com foco em Tecnologia e Computação.

A ideia é despertar o interesse das alunas do ensino médio/tecnológico e/ou dos anos finais do ensino fundamental, e motivá-las a seguir carreira nas áreas Tecnológicas. As ações abrangem oferta de oficinas; treinamento de equipes femininas para olimpíadas e maratonas de computação, realização de dinâmicas; levantamentos de dados e publicações científicas; palestras com estudantes e profissionais que já atuam na área compartilhando suas experiências, desenvolvimento de material de divulgação científica e conteúdo educacional para desenvolvimento de pensamento computacional e raciocínio lógico.

De acordo com a coordenadora do Projeto, docente Fabíola Nakamura, as atividades do Cunhantã Digital tem como foco principal aumentar, no estado do Amazonas, o número de mulheres nas áreas de computação e de exatas. “Trazer a discussão de gênero para diversos seguimentos terá como impacto a diminuição do viés inconsciente de que é uma área só para homens. Além de auxiliar no ingresso de mais mulheres no mercado de Tecnologia da Informação”, explicou a professora.

Ela lembrou ainda que nos espaços escolares, feiras e espaços acadêmicos existem pessoas muito receptivas à mensagem do Cunhantã Digital. “A Ciência e Tecnologia são áreas que geraram benefícios contínuos e significativos para a sociedade. Nós acreditamos que esse potencial será alcançado plenamente se tivermos diversidade, inclusão e representatividade neste espaços. Portanto, precisamos de mais mulheres engajadas na geração de conhecimento e no desenvolvimento da tecnologia”, enfatizou.

Segundo a diretora do Instituto de Computação Ufam, professora Tanara Lauschner, o IComp colhe frutos dos cinco anos de existência do Projeto. “Nós temos alunas que ingressaram no curso de Ciência da Computação porque participaram de alguma ação do Cunhantã Digital, principalmente, no estande da Feira Norte do Estudante. Além disso, depois do ingresso na Ufam, há uma preocupação que o IComp seja um espaço de acolhimento para as meninas. Soma-se ao Cunhantã Digital as ações do Projeto SUPER voltadas, especificamente, para mulheres. As duas iniciativas estabelecem diálogos com alunas e alunos para ampliarmos os debates sobre representatividade feminina na área das Tecnologias”, finalizou a diretora.

 

 

Fonte – Ufam

Foto – Divulgação

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