Ciência e Tecnologia

Ciência sai dos laboratórios e ganha as ruas de Manaus neste domingo

Inpa leva mais de 30 atrações interativas ao Largo de São Sebastião para aproximar ciência e população.
Segunda edição do Ciência na Praça transforma o espaço público em um grande laboratório a céu aberto.
Fungos, abelhas sem ferrão, peixes elétricos e torres climáticas estão entre as atrações do evento.

A ciência vai deixar os laboratórios e ocupar o coração de Manaus neste domingo. O Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) realiza a segunda edição do Ciência na Praça, no Largo de São Sebastião, com mais de 30 atrações interativas voltadas para públicos de todas as idades. A programação reúne pesquisadores, estudantes e equipes de diferentes áreas em uma experiência que pretende tornar o conhecimento científico mais próximo, acessível e interessante para a população. Entre as atrações estão fungos, abelhas sem ferrão, peixes elétricos e torres climáticas, além de atividades que ajudam a explicar fenômenos da natureza e pesquisas desenvolvidas na Amazônia. A proposta é mostrar que ciência não está restrita às universidades ou aos centros de pesquisa. Ela também está presente no cotidiano, na floresta, nos rios, no clima e na biodiversidade amazônica. Ao levar esse conhecimento para um dos espaços culturais mais conhecidos de Manaus, o Inpa amplia o diálogo com a sociedade e transforma a praça em um espaço de descoberta, curiosidade e aprendizado.

Quem passar pelo Largo de São Sebastião neste domingo terá a oportunidade de conhecer a ciência de uma maneira diferente. Em vez de encontrar apenas informações em livros, telas ou salas de aula, o público poderá participar de experiências e atividades interativas preparadas pelo Inpa.

A segunda edição do Ciência na Praça foi pensada justamente para aproximar pesquisadores e população. A iniciativa coloca o conhecimento científico em contato direto com crianças, jovens, adultos e idosos, criando um ambiente em que aprender também significa observar, perguntar, experimentar e se surpreender.

A diversidade das atrações ajuda a mostrar a dimensão das pesquisas realizadas na Amazônia. Entre os destaques estão os fungos, organismos fundamentais para o equilíbrio dos ecossistemas; as abelhas sem ferrão, importantes para a polinização e para a conservação da biodiversidade; e os peixes elétricos, que despertam curiosidade por suas características e pela relação com os ambientes aquáticos da região.

As torres climáticas também fazem parte da programação e ajudam a aproximar o público de temas cada vez mais presentes no cotidiano, como mudanças ambientais, temperatura, umidade e funcionamento dos ecossistemas amazônicos.

Amazônia como sala de aula

Mais do que apresentar curiosidades, o evento busca mostrar como a ciência ajuda a compreender a própria Amazônia. A floresta, os rios, os animais, os microorganismos e o clima formam um enorme campo de pesquisa, capaz de revelar informações importantes para o futuro da região e do planeta.

Ao levar essas pesquisas para uma praça pública, o Inpa cria uma oportunidade para que o conhecimento produzido na instituição seja compartilhado diretamente com a sociedade.

A iniciativa também tem um papel importante na divulgação científica. Em uma época marcada pela circulação rápida de informações, aproximar pesquisadores do público ajuda a explicar conceitos complexos de maneira simples e acessível.

Para as crianças, o contato com experimentos e elementos da biodiversidade pode despertar a curiosidade e até incentivar o interesse por carreiras científicas. Para os adultos, representa uma oportunidade de conhecer melhor pesquisas que muitas vezes estão sendo realizadas perto de onde vivem.

Mais de 30 atrações no Largo de São Sebastião

A programação reúne mais de 30 atrações interativas, criando uma espécie de circuito científico no centro de Manaus. A variedade de atividades permite que cada visitante encontre diferentes formas de se relacionar com o conhecimento.

A proposta é fazer da visita uma experiência dinâmica. Em cada atração, o público poderá descobrir um pouco mais sobre os fenômenos naturais e sobre o trabalho desenvolvido por pesquisadores que estudam a Amazônia.

O Ciência na Praça também reforça a importância de ocupar espaços públicos com iniciativas que promovam educação, cultura e conhecimento. O Largo de São Sebastião, tradicional ponto turístico e cultural da capital amazonense, ganha assim uma nova função durante o evento: ser palco de encontros entre ciência e sociedade.

A segunda edição mostra que divulgar ciência não precisa ser uma atividade distante ou restrita a ambientes acadêmicos. Quando o conhecimento chega às ruas, ele encontra novos públicos e abre espaço para perguntas, conversas e descobertas.

Ao reunir mais de 30 atrações em um único local, o Inpa aposta em uma fórmula simples e poderosa: levar a ciência até as pessoas. E, na Amazônia, isso significa também apresentar ao público uma parte do conhecimento produzido sobre uma das regiões mais importantes e complexas do planeta.

Neste domingo, o Largo de São Sebastião se transforma em um espaço de descoberta. Entre fungos, abelhas, peixes elétricos e equipamentos que ajudam a entender o clima, a ciência ganha movimento, desperta curiosidade e mostra que conhecer a Amazônia também é uma forma de cuidar dela.

 

 

Fonte – Ascom

Texto com apoio da Inteligência Artificial/Edição da Coopnews

Foto – Fernanda Reis (Ascom/Inpa) – Banner: Carol Sackser (Ascom/Inpa)

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