Diretor teatral Jorge Bandeira lança novo livro: Cabeças Decapitadas, Dramaturgia e Reflexões Cênicas

Cultura

O novo livro do escritor, ator e diretor Jorge Bandeira, “Cabeças Decapitadas – Dramaturgia e Reflexões Cênicas”, vai ser lançado dia
25/7 (segunda- feira), às 19 horas, na sede da Federação de Teatro do Amazonas (Fetam), na rua José Clemente, 500.l, Ed. Rio Mar (sala 309), Centro, uma nova edição ampliada, ilustrada com fotografias, e com novas críticas, considerações e reflexões sobre a dramaturgia, o ato de encenar e fazer arte em geral.

A nova edição é um prêmio do edital Amazonas Criativo, da Secretaria Estadual de Cultura e Economia Criativa (SEC), com impressão pela Editora Valer. Bandeira destaca que a obra teve a colaboração de muitas pessoas, “e aí eu gostaria de citar a participação de pessoas que são muito importantes pra esse livro chegar ao que ele chegou, como o diretor e dramaturgo Douglas Rodrigues, do dramaturgo Tenório Telles, e Italo Ruy, que foram essenciais para a realização desse projeto”.

Segundo ele, a obra é feita para quem se interessa pelas artes, além do público-alvo, o pessoal das artes cênicas, do teatro e cursos de dramaturgia. “Espero alcançar o mesmo êxito do Cabeças Decapitadas, de 2015, e nessa segunda edição, revista e ampliada, onde inclui a minha dramaturgia”. Bandeira comenta que ainda tem muitas críticas que ficaram de fora e daria pra editar três ou quatro livros.

O presidente do Conselho Municipal de Cultura (Concultura), Tenório Telles, que também é dramaturgo e faz a apresentação do novo livro de Jorge Bandeira. Ele diz que o autor firmou uma sólida reputação como artista na cena cultural do Amazonas. “Criador versátil, reúne múltiplos talentos como ator, músico, dramaturgo e crítico teatral, além de teórico e educador. Seu trabalho teve impacto na formação de várias gerações de atores e diretores de teatro”.

Primeira edição

Na primeira edição de “Cabeças Decapitadas – Ensaios e Críticas Teatrais e Cênicas”, de 2015, lançada em 2016, o autor desenvolveu o “método amazônico de crítica teatral”, uma metodologia que inclui critérios como a análise detida das montagens, com muita cautela. “Só publico resenhas de espetáculos que assisti pelo menos duas vezes, e caso alguma apresentação não tenha me agradado,  resolvo deixar a opinião de lado”, revela o autor, que já colaborou com o “Jornal do Comércio”, “Amazonas Em Tempo”,“Correio Amazonense” e a revista “Ideias Editadas”.

Um dos artistas mais expressivos do teatro no Amazonas, Jorge Bandeira contribui, com esta obra, para fixar a memória teateal no Amazonas, destacando os espetáculos, os diretores, atores, os dramaturgos e o impacto cultural de suas obras.

 

 

Fonte – Ascom

Foto – Divulgação

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