Para renovar a esperança e celebrar a vida, a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado do Pará (Emater) marcou a passagem do Dia Mundial do Meio Ambiente, na sexta-feira (05), com um plantio coletivo de mudas frutíferas no escritório central, em Marituba, na Região Metropolitana de Belém. A iniciativa envolveu servidores que, após enfrentarem dias difíceis, venceram a Covid-19.
A presidente da Emater, Cleide Amorim, diz que o plantio de uma árvore simboliza a vida e, contar com a participação de pessoas que venceram a doença, é um exemplo de superação. “É como se fosse um renascimento, uma nova vida; plantar tem esse significado.”, observou.
Durante a ação, quatro funcionários plantaram espécies de mudas frutíferas. Ana Lima, engenheira agrônoma e assessora técnica da presidência, plantou a ata (mais conhecida como fruta-do-conde). “Foi um período muito difícil, mas a vitória veio. É um privilégio participar desta ação neste dia tão significativo para a humanidade”.

Gleison Kiyoshi, analista de sistemas, plantou um pé de tamarindo. “O meio ambiente como um todo representa a vida. O plantio de uma árvore, assim como a superação da Covid-19, é um renascimento. É a comemoração da vida. A gente lamenta pelas famílias que perderam familiares para a doença e celebra aqueles que se recuperaram”.

Alessandra Silva, chefe da Coordenadoria de Desenvolvimento de Recursos Humanos (Codes), plantou acerola. “A natureza nos ensina muito: tudo se transforma. É um momento de reflexão. Foram dias complicados e plantar uma árvore demonstra que a vida continua”.
A Emater tem presença física estruturada nos 144 municípios paraenses, a instituição trabalha ações inovadoras e sustentáveis para os públicos atendidos. O objetivo é sempre o de difundir conhecimentos e informações tecnológicas no meio rural. “O nosso foco é na eficiência com responsabilidade ambiental e sustentável”, finaliza Cleide Amorim.
Com pioneirismo, a Emater implantou, em 2019, um projeto-piloto de compostagem de resíduos orgânicos para a Centrais de Abastecimento do Pará (Ceasa). A iniciativa contribui para a destinação eficiente, com qualidade e responsabilidade ambiental de cerca de 480 toneladas de resíduos gerados pela empresa todos os meses. A ação, tem a parceria da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Agropecuário e da Pesca (Sedap), Embrapa Amazônia Oriental e da própria Ceasa.
A primeira etapa exitosa foi concluída no final de 2019. No pós-pandemia, o projeto implantará sua segunda etapa. A usina de compostagem funciona como um processo biológico de decomposição e de reciclagem da matéria orgânica contida em restos de origem animal ou vegetal.
Com a compostagem, os resíduos recebem destinação útil, evitando sua acumulação em aterros e melhorando a estrutura dos solos. Esse processo tem como resultado final o composto orgânico.
Fonte – Agência Pará
Foto – Divulgação




