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Internacionalização no ensino superior transforma a graduação e expande oportunidades profissionais

Crescimento de programas e bolsas internacionais aproxima estudantes brasileiros e estrangeiros de novas realidades acadêmicas.
Formatos flexíveis como Masterclasses e intercâmbios curtos permitem vivências globais antes mesmo de sair do país.
Experiências multiculturais e programas de incentivo desenvolvem autonomia e preparam universitários para um mercado conectado.

A internacionalização no ensino superior brasileiro consolidou-se como uma estratégia indispensável para ampliar repertórios, desenvolver competências interculturais e fortalecer a formação de estudantes universitários. Dados da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) revelam que o número de pesquisadores beneficiados por bolsas internacionais saltou de 5,2 mil em 2022 para 10,1 mil em 2024. Essa tendência reflete a busca por uma experiência universitária que ultrapassa as salas de aula e conecta os alunos a mercados globais. Iniciativas como o Wyden Global Experience exemplificam essa transformação ao oferecer desde programas presenciais no exterior — como o Wyden Exchange e o Summer Program — até Masterclasses e interações online com docentes estrangeiros. O impacto dessas oportunidades reflete-se na trajetória de estudantes como Eloísa Souza Nascimento, de 21 anos, que concilia a graduação em Engenharia Mecânica e o estágio na Yamaha com pesquisas de iniciação científica e vivências internacionais. Diante de um mercado de trabalho globalizado, a escolha do ensino superior torna-se a porta de entrada para construir uma carreira sem fronteiras.

Escolher uma graduação já não significa apenas pensar na profissão que se deseja exercer no futuro. Em um mercado de trabalho cada vez mais conectado, a experiência universitária também pode ser uma oportunidade para ampliar repertórios, desenvolver competências interculturais e estabelecer contatos que ultrapassam as fronteiras do país.

Esse movimento ajuda a explicar por que a internacionalização vem ganhando espaço no ensino superior brasileiro. Dados recentes da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) mostram que o número de pesquisadores beneficiados por bolsas internacionais praticamente dobrou em dois anos: passou de 5,2 mil, em 2022, para 10,1 mil, em 2024, considerando brasileiros em atividades no exterior e estrangeiros no Brasil.

Mais do que enviar estudantes para outros países, a internacionalização passou a ser entendida como uma estratégia para aproximar universidades, professores e alunos de diferentes realidades acadêmicas e profissionais. O próprio planejamento nacional da pós-graduação destaca a necessidade de ampliar a presença internacional dentro das instituições brasileiras, reduzindo a distância entre brasileiros que vão para o exterior e estrangeiros que vêm estudar no país.

Na prática, isso significa que a experiência internacional pode começar antes mesmo de o estudante embarcar em um avião. É nessa direção que iniciativas como o Wyden Global Experience ampliam as possibilidades durante a graduação. O programa reúne diferentes formatos de experiências globais, incluindo intercâmbios acadêmicos, cursos de curta duração no exterior, experiências internacionais online e programas voltados a idiomas e cultura.

Entre as possibilidades está o Wyden Exchange, que permite ao aluno estudar de seis meses a um ano no exterior em uma das 18 universidades parceiras da instituição, distribuídas por 13 países, sem pagamento de mensalidade à universidade de destino.

A proposta acompanha uma transformação no próprio conceito de intercâmbio. Se antes a experiência internacional era frequentemente associada a um período longo fora do país, hoje diferentes formatos permitem que o contato com outras culturas e sistemas educacionais faça parte da trajetória acadêmica de maneira mais ampla.

Na Wyden, essa internacionalização também acontece dentro da própria experiência acadêmica, por meio de Masterclasses com professores estrangeiros, programas de língua e cultura e parcerias com instituições internacionais.

Aos 21 anos, Eloísa Souza Nascimento, estudante do 5º período de Engenharia Mecânica da Wyden, já vivencia, na prática, como as oportunidades oferecidas durante a graduação podem ampliar a formação acadêmica e profissional. Eloísa foi selecionada para participar do Summer Program, em Lima, no Peru, com bolsa do Santander, e também conquistou uma bolsa de iniciação científica.

As experiências internacionais não estavam entre os motivos que a levaram inicialmente a escolher a graduação — até porque ela ainda não conhecia os programas. Ao longo do curso, porém, a possibilidade de participar de iniciativas de internacionalização tornou-se um diferencial importante em sua trajetória.

“Essas experiências ampliaram muito minha visão de mundo e de desenvolvimento acadêmico. A viagem ao Peru e a iniciação científica me trouxeram novas perspectivas e mostraram a importância de estar aberta a diferentes ambientes e formas de pensar”, conta Eloísa.

A estudante também concilia a graduação com o estágio na área de Engenharia Industrial da Yamaha. Ela começou a trabalhar aos 18 anos, como jovem aprendiz, e atualmente é responsável pelo custeio dos próprios estudos e despesas. A rotina entre a indústria, a faculdade e os projetos acadêmicos contribuiu para desenvolver competências como organização, disciplina e autonomia.

“Quero levar para minha carreira essa capacidade de aprender continuamente, resolver problemas com autonomia e me adaptar a diferentes ambientes. Acredito que toda a bagagem de comunicação e abertura para novas perspectivas que construí durante a graduação, especialmente na experiência no Peru e na iniciação científica, fará diferença no meu futuro profissional”, afirma.

Para a estudante, a experiência universitária vai além do conteúdo aprendido em sala de aula. A possibilidade de participar de projetos, editais e programas oferecidos pela instituição também contribuiu para que ela assumisse um papel mais ativo na própria formação.

“Hoje, pensar em uma formação conectada ao mundo é pensar em oportunidades que vão além da sala de aula. A internacionalização amplia o repertório dos estudantes, permite o contato com diferentes culturas e perspectivas e contribui para o desenvolvimento de competências cada vez mais valorizadas no mercado de trabalho. Por isso, buscamos oferecer experiências internacionais que façam parte da jornada acadêmica e estejam ao alcance de diferentes perfis de estudantes”, afirma Thais Lacerda, Gerente Acadêmica Nacional da Wyden.

O movimento é especialmente relevante para uma geração que chegará ao mercado de trabalho em um cenário no qual empresas atuam globalmente, equipes são cada vez mais multiculturais e competências como comunicação, adaptabilidade, pensamento crítico e capacidade de trabalhar com diferentes perspectivas ganham importância.

Uma escolha que começa antes da universidade

A graduação pode representar não apenas o primeiro passo para uma profissão, mas também o início de uma trajetória com conexões acadêmicas e profissionais que ultrapassam as fronteiras brasileiras.

É justamente nessa fase de decisão que o Supervestibular deixa de ser apenas uma etapa do processo de ingresso e passa a marcar o início de uma nova trajetória. A Wyden está com inscrições abertas para o Supervestibular, com prova elaborada nos moldes do Enem e possibilidade de conquistar uma bolsa de até 100%, de acordo com as condições do processo seletivo.

“Para quem está começando a pensar na graduação, esse também é um momento de olhar para as oportunidades disponíveis e entender como a instituição pode contribuir para a construção dessa trajetória. Na Wyden, os estudantes podem concorrer a bolsas de até 100% por meio do processo seletivo, com uma prova elaborada nos moldes do Enem, o que torna o ingresso uma oportunidade para dar o primeiro passo em uma formação conectada às demandas do mundo atual”, afirma Thais.

Para saber mais sobre os cursos, modalidades e formas de ingresso, os interessados podem acessar os canais oficiais da Wyden e conferir as opções disponíveis para o processo seletivo.

Mais do que decidir onde estudar, escolher uma graduação pode ser também decidir até onde se quer chegar.

 

 

 

Fonte – Wyden / CAPES

Texto com apoio da Inteligência Artificial/Edição da Coopnews

Foto – Divulgação/Wyden

 

internacionalização no ensino superior intercâmbio na graduação

 

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