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IPCA aponta que parte dos consumidores ainda não sentiu a queda no preço do frango

Belém, Salvador, Belo Horizonte e Rio de Janeiro registraram queda tanto na ave inteira quanto em seus cortes.
Em São Paulo, por exemplo, a cotação do frango vivo e do abatido caiu mais de 13% no mês.
Em dez regiões metropolitanas monitoradas pelo IBGE, o preço do ovo apresentou redução.

Os dados da inflação de junho divulgados ontem (10) pelo IBGE mostram que, na retração generalizada de preços enfrentada pela avicultura em junho passado, somente a queda de preço dos ovos foi repassada ao consumidor. No caso do frango (inteiro ou em pedaços) os repasses foram parciais, registrando-se mercados em que, ao invés da baixa, foram registrados aumentos de preço.

Nas 10 Regiões Metropolitanas acompanhadas pelo IBGE o ovo sofreu redução, com queda de preços em índices que variaram desde, aproximadamente, meio por cento (Salvador) até mais de 10% (São Paulo). Na média nacional, o ovo ficou 6,58% mais barato que em maio.

Já no tocante ao frango, apenas Belém, Salvador, Belo Horizonte e Rio de Janeiro tiveram queda de preço tanto na ave inteira como em seus cortes. Já em Fortaleza e em Vitória o menor preço ficou restrito apenas ao frango inteiro.

Com o embargo imposto às exportações após o episódio de IAAP na avicultura comercial, supunha-se que o maior retrocesso nos preços estaria concentrado nas regiões com grande população e/ou localizadas em estados exportadores – casos, entre outros, das Regiões Metropolitanas de São Paulo, Curitiba e Porto Alegre.

Mas, curiosamente, nessas três praças foram registrados aumentos mensais tanto do frango inteiro como dos cortes de frango. Em São Paulo, por exemplo, onde a cotação tanto do frango vivo como a do abatido recuou mais de 13% no mês, o frango inteiro aumentou mais de 1,5% e a dos cortes quase 2%.

 

 

Fonte – Avisite

Foto – Divulgação/Avisite

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