Agricultores e técnicos iniciam construção coletiva de plano agrícola em municípios de Roraima

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Com o objetivo de identificar e qualificar informações e expectativas sobre o uso do solo no território roraimense, produtores rurais de Caroebe e Rorainópolis (RR) participaram de reuniões para construção participativa da matriz da produção agrícola no início de novembro.

A dinâmica dos encontros incluiu perspectivas de diversos gestores, técnicos e produtores com foco no território do município para construir a base para elaboração do plano agrícola de longo prazo da cidade. “Usaremos essa mesma abordagem metodológica em Cruzeiro do Sul no interior do Acre e em outros municípios de estados de atuação do projeto Conhecimento compartilhado para gestão territorial local na Amazônia, ,TerraMZ”, afirma o chefe-geral da Embrapa Acre, Amaral. Eufran.

O evento contou com o apoio da equipe da Embrapa Acre, da Embrapa Roraima e do secretário Estadual de Agricultura Pecuária e Abastecimento na Governo do Estado de Roraima, Emerson Baú e do secretário de produção e agronegócio do Acre, Edivan Azevedo. “Tivemos a oportunidade de discutir ações comuns aos dois estados para alavancar a produção rural e fortalecer o agronegócio. Vim trazer experiências que temos de políticas públicas no Acre e ao mesmo tempo aprender o que eles têm aqui”, explicou Azevedo.

O evento contou ainda com a participação de representantes da Prefeitura Municipal de de Caroebe e Rorainópolis (RR), da Fundação Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos e da Secretaria Estadual de Planejamento e Desenvolvimento de Roraima.

A reunião foi realizada seguindo todas as recomendações sanitárias impostas pela Organização Mundial de Saúde (OMS) em decorrência da pandemia do Coronavírus e obteve resultados que permitem manter o cronograma de execução do projeto.

Sobre o Terramz

Executado no Acre, Amapá, Roraima, Amazonas e Maranhão, a partir de demandas específicas de cada localidade, o projeto Terramz compõe o Projeto Integrado da Amazônia (PIA), financiado pelo Fundo Amazônia e operacionalizado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), em cooperação com o Ministério do Meio Ambiente.

Por meio de metodologias participativas, diferentes equipes atuam no levantamento, monitoramento e análise de dados geoespaciais sobre o uso da terra, degradação florestal, incêndios, queimadas e disponibilidade de recursos naturais, com a participação direta de produtores rurais, técnicos e outros atores, que também se tornam protagonistas no processo de geração de conhecimentos. Os mapas construídos visam agregar inovações na ocupação e gestão territorial de municípios, vilas e propriedades rurais, além de orientar as atividades produtivas nesses territórios.

 

 

Fonte – Embrapa/Acre

Foto – Divulgação

 

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