e-Delivery busca revolucionar vendas no varejo farmacêutico

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Uma parceria tecnológica entre a Febrafar (Federação Brasileira das Redes Associativistas e Independentes de Farmácias) e a Farmarcas, Associação Multimarcas de Farmacias e Drogarias, proporcionará uma importante inovação para o mercado farmacêutico nos próximos meses, apresentando um novo formato de gestão de vendas online em farmácias, por meio da ferramenta e-Delivery.

A ideia é proporcionar um caminho moderno para o consumidor desses estabelecimentos, aproveitando a capilaridade das lojas das redes das duas associações, levando agilidade e bom atendimento para quem precisa adquirir produtos farmacêuticos.

“Esse projeto está alinhado com nosso objetivo de digitalização das farmácias. Sendo criado um aplicativo de compras integrado com um serviço de delivery que conecta a farmácia que aderir com todos os seus clientes de forma simples, ágil e segura. Será um salto de qualidade para as lojas que aderirem”, explica o presidente da Febrafar e da Farmarcas, Edison Tamascia.

A ferramenta já está em fase final de desenvolvimento e será apresentada ao público no próximo dia 02 de fevereiro, funcionando para um primeiro grupo de lojas. Posteriormente haverá um cronograma de implementação para as demais.

“O e-Delivery é um produto exclusivo para associados da Febrafar e Farmarcas, sendo um ecossistema digital que integra farmácias, redes e fidelizando os clientes finais. Sendo uma solução focada na tendência do mercado, na realidade das farmácias e necessidade dos seus clientes”, explica Ney Santos, diretor de operações e de inovação da Febrafar.

Com esse avanço a Febrafar e Farmarcas fornecem para as redes e suas farmácias um aplicativo que tem a cara delas. Nele, as farmácias criam suas estratégias de vendas e o cliente tem acesso a benefícios exclusivos. A navegação no aplicativo é muito fácil e intuitiva.

“Para o desenvolvimento dessa poderosa ferramenta foi direcionada toda uma equipe de profissionais com grande qualificação na área tecnológica e experiência do consumidor. O resultado é uma solução que possibilita grandes diferenciais para os clientes. Exemplo é que no próprio aplicativo o cliente consegue ativar ofertas, escolher e comprar produtos e, efetuar o pagamento”, complementa Marcelo Dantas, diretor de inovação da Farmarcas.

Além disto, o cliente escolhe onde quer receber sua compra: em casa, no trabalho, ou retirar na própria farmácia. Ou seja, a ferramenta proporcionará todo suporte para o cliente no momento de decisão de compra, além de digitalizar o serviço de entregas com tecnologia e inovação.

“A solução foi criada pensando no consumidor, com a simplificação do processo de venda para delivery e a facilidade de acompanhar o status da venda, num único local. O cliente tem contato direto com a sua farmácia, os produtos comprados vêm do estabelecimento escolhido pelo cliente e não de um centro de distribuição, o que garante maior agilidade”, explica Ney Santos.

Para isso foi desenvolvido um sistema que faz a leitura do estoque físico da farmácia. Ou seja, o cliente só compra o que, de fato, está disponível e a farmácia define o raio de atuação das suas entregas, em um modelo profissional de gerenciamento através do portal e-Delivery.

“Lógico que as farmácias deverão fazer as adequações necessárias, para ter acesso a todos os benefícios proporcionados pelo e-Delivery, é importante que já tenha ou implemente um sistema de entregas bem estruturado e também ter um sistema que forneça as informações necessárias e reais ao programa”, detalha Marcelo Dantas.

Com a implementação do e-Delivery, por meio dessa parceria entre a Febrafar e a Farmarcas, o mercado vivenciará um avanço tecnológico. Tornando mais fácil, rápido e cômodo comprar um produto farmacêutico e recebê-lo no conforto do lar.
Imóvel da família pode ser tomado por banco em caso de não pagamento de dívida

Projeto de lei aprovado na Câmara dos Deputados autoriza que um imóvel de família seja usado como garantia de empréstimos. Isso significa que, se o consumidor não pagar a dívida, o banco pode tomar o imóvel no qual a pessoa mora para quitá-la. Vale lembrar que, desde 1990, se o alvo em questão for o único imóvel da família, ele não pode ser executado. A partir de agora, isso pode mudar.

O efeito disso é pressionar uma situação que já é bastante delicada, visto que grande parte das famílias já está endividada. Além disso, há um risco de colocar a casa no penhor para quitar a dívida e, no momento do leilão, se o valor oferecido for inferior ao do imóvel, o dono perde o bem e ainda fica com a dívida, como ocorreu na crise hipotecária nos Estados Unidos e na Espanha.

A colunista Raquel Rolnik teme que, na prática, a medida deva aumentar a possiblidade de endividamento, perda do imóvel e aumento do número de pessoas sem teto nas cidades. O assunto ainda deve ser discutido no Senado.

 

 

 

Fonte – Ascom

Foto – Divulgação

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