Economia comportamental e dicas de investimentos são os temas da I Jornada de Economia do AM

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A I Jornada de Economia do Amazonas, evento acadêmico organizado pelos cursos de Ciências Econômicas das Universidades Federal e Estadual do Amazonas, Ufam e UEA, iniciou nesta segunda-feira, 07/10, com a palestra magna do professor Dr. Eduardo Borges, consultor matriz da Caixa Econômica Federal, sobre “Economia comportamental e as decisões de investimento”, no auditório Rio Amazonas da Faculdade de Estudos Social (FES)-UFAM.

Sob o tema “Como investir? Uma visão da economia comportamental”, o evento acontece até quinta-feira, 10/10 em Manaus, com uma série de palestras, oficinas e apresentação de trabalhos acadêmicos sobre o universo das finanças e suas diversas abordagens como decisões financeiras, preferências sociais, consumo irracional, poupança, escolha intertemporal e neuroeconomia.

A I Jornada de Economia do Amazonas conta com apoio do Conselho Regional de Economia do Amazonas (Corecon-AM). A programação acontece em dois locais: auditório Rio Amazonas, na Ufam, e Auditório da Escola Superior de Ciências Sociais (ESO), na UEA, com atividades nos três turnos: matutino, vespertino e noturno.

O objetivo é promover o intercâmbio técnico-científico entre a comunidade acadêmica dos cursos de economia e afins, além de especialistas locais e nacionais convidados para as atividades. Na Ufam, as atividades integram a 8ª Semana do Curso de Economia.

Sobre o tema

A Economia Comportamental é considerada uma disciplina relativamente nova no campo das teorias econômicas e abriga uma pluralidade de perspectivas que, em contraposição à abordagem econômica tradicional na qual o ser humano toma decisão racional, enxerga uma realidade formada por pessoas que decidem com base em hábitos, experiências pessoais, que aceitam soluções satisfatórias, tomam decisões rapidamente e têm dificuldade de conciliar interesses de curto e longo prazo. Além disso, são fortemente influenciadas por fatores emocionais.

Os tópicos explorados pela Economia Comportamental possibilitam orientar o trabalho do economista nos dias atuais, nos níveis micro e macroeconômico e que possibilitam, segundo alguns pensadores, que as políticas públicas usem insights para proteger consumidores, atuem no endividamento elevado via regulação e pressão para educação financeira, atentem aos juros de cartão e pagamento mínimo, regulem mercado de financiamento de casas, entre outras ações.

 

Fonte – Ascom

Foto – Divulgação

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