Pará esta sediando Seminário sobre Extrativismo Costeiro

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Na última terça-feira (13), começou o I Seminário Nacional do Extrativismo Costeiro e Marinho no Centro Social Sagrada Família em Belém, Pará. O encontro tem como objetivo principal debater a importância de desenvolver, articular e implementar estratégias de reconhecimento e garantia dos territórios extrativistas tradicionais costeiros e marinhos nas dimensões sociocultural, ambiental e econômica.

Pretende-se também avaliar e propor estratégias de fortalecimento das comunidades tradicionais extrativistas costeiras e marinhas, considerando os impactos das mudanças climáticas, os serviços ambientais prestados, a gestão compartilhada, a implantação da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável, o Pesca Vital e as Diretrizes da Pesca de Pequena Escala da FAO.

Além de promover o debate sobre a produção sustentável nas unidades de conservação de uso sustentável, o Seminário oportunizará a construção de propostas coletivas que atendam às necessidades dos extrativistas costeiros e marinhos, representados pela CONFREM Brasil. Na ocasião também serão comemorados os 21 anos de criação da primeira unidade de conservação dos ecossistemas costeiro e marinho – a Resex Pirajubaé no estado de Santa Catarina.

O evento contará com a presença de representantes de 19 reservas extrativistas, de 7 Áreas de Proteção Ambiental e de territórios de povos e comunidades tradicionais costeiras e marinhas de 17 estados brasileiros.

Também participarão do evento representantes da pesca artesanal do México, Colômbia, Chile, Panamá, Guatemala, Equador e Honduras – além de várias instituições parceiras que atuam nos territórios dos povos costeiro e marinho, instituições acadêmicas e Governo Federal e Estadual.

O Seminário é realizado pela CONFREM BRASIL (Comissão Nacional de Fortalecimento das Reservas Extrativistas e dos Povos Tradicionais Extrativistas Costeiros e Marinhos), com apoio do Projeto TerraMar, Projeto GEF-MAR, Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), Ministério do Meio Ambiente, Rare Brasil.

Fonte – ICMBio

Foto – Divulgação