Prefeitura de Parintins no AM assina Acordo de Cooperação Técnica com o Mapa

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A Prefeitura Municipal de Parintins e o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), por meio do Departamento da Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira – Ceplac, assinaram Acordo de Cooperação Técnica, visando implementar o programa de assistência técnica e extensão rural para famílias de produtores rurais.

O Termo de Cooperação e o Plano de Trabalho assinados pelo prefeito Bi Garcia e pelo diretor da Ceplac, Juvenal Maynart Cunha tem a vigência de 5 anos e amplia as ações da instituição em parceria com o município.

Prefeitura e Ceplac vão desenvolver conjuntamente programas de capacitação de recursos humanos e de treinamento de mão-de-obra rural de interesse de ambas as instituições e prestar assistência técnica e extensão rural aos produtores rurais do município. De acordo com a programação disposta no Plano de Trabalho a prioridade é assistência técnica e cacau, cultura desenvolvida em sistemas agroflorestais indicada como alternativa para a recuperação de áreas degradadas, além do manejo de cacauais ja? existentes no município.

Parintins é referência na produção de cacau, tendo um potencial muito grande para a expansão dessa atividade tanto em terras firmes como nas varzeas, daí a importância da retomada da parceria.

A Ceplac/AM já esta iniciando os procedimentos para coordenar as atividades de assistencia técnica e extensão rural. O secretário de Pecuária, Agricultura e Abastecimento, Edy Albuquerque, participou de reunião nesse sentido com o chefe do órgão em Manaus, Geraldo Luis Cândido de Anízio. Edy explicou que o prefeito Bi Garcia prioriza o desenvolvimento da agropecuária municipal e a melhoria das condições socioeconômicas dos produtores que irão participar do projeto.

Ele considera a retomada das atividades com a Ceplac uma conquista importante para promover o desenvolvimento agrícola familiar fundamentado em conceitos técnicos, mediante ajustes e adequações às condições e necessidades dos agricultores assentados e do mercado, reduzindo a dependência das comunidades aos fatores externos e melhorando os processos coletivos de gestão e acompanhamento técnico e social da atividade produtiva familiar rural.

 

 

Fonte – PMP

Edição – Coopnews

Foto – Divulgação