Seminário em Urucará (AM) discutiu os desafios da produção orgânica

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A produção de alimentos orgânicos vem registrando crescimento expressivo no país e no Estado do Amazonas nos últimos anos. Com o objetivo de discutir esse modelo de produção, aconteceu o Seminário Desafios da Produção Orgânica Certificada, nos dias 19 e 20, na cidade de Urucará (AM). O evento foi promovido pela Embrapa Amazônia Ocidental, Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Prefeitura de Urucará e a ONG Centro Mapati, com o apoio da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), do Instituto Federal do Amazonas (Ifam), da Agência de Desenvolvimento Sustentável do Amazonas (ADS), da Secretaria de Produção Rural do Amazonas (Sepror), e da Agrofrut.

Coordenado pelo pesquisador da Embrapa Amazônia Ocidental, Nestor de Paula Lourenço, o seminário contribuiu para a construção do conhecimento em produção orgânica a partir da interação entre comunidades rurais e o universo científico/acadêmico. Durante os dois dias, com palestras e debates enfocadas nas atividades do cultivo de orgânicos, mostrando os benefícios tanto para produtores como para consumidores. “Vamos também abordar os tipos de certificações existentes para produtos orgânicos e qual a importância destas certificações para a produção e a comercialização”, ressaltou o pesquisador.

O seminário foi voltado para agricultores familiares, indígenas, estudantes, técnicos, professores e pesquisadores e está ligada ao Projeto “Agricultura sem queima na Amazônia” e ao Termo de Cooperação Técnica da Embrapa com a Prefeitura Municipal de Urucará. Na programação ouve palestras com temas voltados as politicas públicas em produção orgânica no Brasil; desafios à regularização e certificação no Amazonas; políticas públicas para a produção sustentável; a importância do nitrogênio nos sistemas de produção orgânica; os desafios da produção orgânica na região de Urucará; e comercialização de produção orgânica, entre outros. Além das palestras, foram oferecidos cursos de horta escolar; adubação verde; biofertilizantes; e compostagem sem uso de esterco.

Fonte – Embrapa Amazônia Ocidental

Foto – Divulgação