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Novas regras mudam a certificação de boas práticas agropecuárias no Brasil

As novas diretrizes deixam mais claro o que o produtor precisa fazer para obter a certificação de boas práticas agropecuárias.
A proposta é melhorar a qualidade dos alimentos, incentivar práticas sustentáveis e aumentar a confiança de quem consome.
Quem se adapta às regras ganha mais espaço no mercado e se fortalece diante das novas exigências do setor.

O Ministério da Agricultura e Pecuária passou a adotar novas regras para reconhecer programas de boas práticas agropecuárias em todo o país. A medida alcança a fase inicial da produção agrícola e pecuária, desde o planejamento da atividade até a colheita, o manejo dos animais, o armazenamento e o transporte. A ideia é simples e direta: garantir alimentos mais seguros, valorizar o trabalho no campo e incentivar práticas sustentáveis.

Com a mudança, programas mantidos por órgãos públicos, cooperativas e associações privadas poderão receber o reconhecimento oficial, desde que cumpram critérios básicos e passem por auditorias anuais e independentes. Entre as exigências estão a organização da propriedade, o cuidado com o solo e a água, o controle sanitário, o respeito ao bem-estar animal, a redução de perdas, a rastreabilidade da produção e o cumprimento das leis ambientais, trabalhistas e sanitárias.

Os responsáveis pelos programas também terão um papel mais próximo do produtor, acompanhando as propriedades participantes e enviando regularmente informações ao Ministério. O reconhecimento terá validade de cinco anos e poderá ser renovado. Caso sejam encontradas falhas ou irregularidades, a certificação pode ser suspensa ou até cancelada.

 

 

Fonte – MAPA

Edição – Coopnews

Foto – Pionner

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