O Dia Mundial da Obesidade, celebrado em 4 de março, reforça um cenário preocupante: mais de 1 bilhão de pessoas vivem hoje com a doença no mundo. O dado inclui adultos, crianças e adolescentes e pressiona sistemas de saúde em diversos países.
Desde 1990, a obesidade mais que dobrou entre adultos. Entre crianças e adolescentes, o avanço é ainda mais acelerado, com índices quadruplicados nas últimas três décadas. O crescimento expõe riscos cada vez mais precoces à saúde.
Projeções indicam que, até 2035, mais da metade da população mundial poderá estar com sobrepeso ou obesidade. Especialista alerta que, sem mudanças no padrão de consumo e prevenção efetiva, os impactos serão ainda maiores.
No Brasil, o excesso de peso já atinge mais da metade da população. O consumo elevado de ultraprocessados, aliado ao sedentarismo e a hábitos inadequados, amplia os riscos e agrava o quadro de saúde pública, especialmente entre crianças e adolescentes.
Frear o avanço da obesidade exige rever o consumo, reduzir ultraprocessados e priorizar saúde desde a infância. O alerta está dado, e o tempo de agir é agora.
De acordo os dados mais recentes do Vigitel (Ministério da Saúde) que monitora apenas as capitais brasileiras, as cidades com maior índice de obesidade entre adultos são as seguintes: Macapá (30,4%), Porto Alegre (28,3%), Fortaleza (27,7%), Cuiabá (27,2%), Campo Grande (27%), Manaus (27,0%), mostrando que a capital amazonense aparece entre as capitais com maior prevalência, com uma porcentagem grande de adultos com obesidade. Isso coloca a região Norte em posição de alerta epidemiológico. Isso porque a obesidade é reconhecida como uma doença crônica, associada a diversas comorbidades, como diabetes tipo 2, hipertensão arterial, doenças cardiovasculares, problemas articulares e alguns tipos de câncer.
O tratamento exige uma abordagem individualizada e multiprofissional, respeitando as particularidades de cada paciente. Entre as principais recomendações para prevenir e tratar a obesidade estão:
manter uma alimentação equilibrada e rica em alimentos in natura;
reduzir o consumo de produtos ultraprocessados;
praticar atividade física regularmente;
estabelecer uma rotina de sono adequada;
cuidar da saúde emocional;
buscar acompanhamento com profissionais de saúde.
A responsável técnica da Clínica-Escola de Nutrição da UniNorte, Manuela Marinho, destaca que a prevenção começa nas escolhas diárias e reforça a importância do acompanhamento profissional durante o tratamento. “A obesidade é uma doença complexa, que envolve diversos fatores e não pode ser tratada de forma isolada ou com soluções milagrosas. A melhor forma de prevenção é investir em hábitos saudáveis desde cedo, com uma alimentação equilibrada, prática regular de atividade física e atenção à saúde emocional. Já para quem precisa tratar a obesidade, o acompanhamento com o nutricionista é fundamental, pois o plano alimentar é elaborado de forma individualizada, respeitando a realidade e as necessidades de cada paciente, promovendo saúde e qualidade de vida de forma segura e sustentável.”
Conheça os serviços da Clínica-Escola de Nutrição da UNINORTE
Os serviços oferecidos na clínica-escola para a população têm um valor acessível. Eles são: avaliação, diagnóstica e laudo nutricional; orientação alimentar individualizada; acompanhamento nutricional nos ciclos normais da vida; orientação nutricional em doenças como diabetes, hipertensão, anemias, gastrite, osteoporose e outras patologias; e programa nutricional de acolhimento a pessoas com diabetes tipo 2. Os agendamentos devem ser feitos por meio do WhatsApp (92) 3212-5169 ou na própria Clínica-Escola, localizada na Av. Getúlio Vargas, 720, Centro.
Fonte – Ascom
Edição – Coopnews
Foto: Daly Ruiz/Ascom UniNorte




