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Prefeitura de Parintins busca apoio do Banco da Amazônia para projeto de bioeconomia

Potencial do extrativismo vegetal começa a ser discutido com foco em crédito e investimentos.
Produtores das comunidades serão ouvidos para construção dos projetos.
Iniciativa deve ampliar emprego e renda no município.

A Prefeitura de Parintins iniciou, junto ao Banco da Amazônia, as discussões sobre projetos de bioeconomia voltados ao extrativismo vegetal. A proposta busca transformar recursos biológicos renováveis em oportunidades econômicas, sociais e ambientais de forma sustentável.

A instituição bancária deverá dispor de R$ 10 milhões em projetos do Plano Safra 2025/2026 para municípios do Baixo Amazonas.

O secretário municipal de produção rural de Parintins, Tião Teixeira reuniu com o gerente geral do Banco da Amazônia, Luiz Alberto Azevedo, no dia 19 de agosto, iniciando as primeiras discussões sobre os projetos.

Tião Teixeira evidenciou que prepara uma política pública pioneira da gestão do prefeito Mateus Assayag e da vice-prefeita Vanessa Gonçalves para incentivar as atividades sustentáveis como castanha da Amazônia, açaí, guaraná, óleos essenciais (andiroba, copaíba, cumarú, pracaxi), entre outros recursos. “Procuramos o banco que tem as fontes de crédito. Viemos conhecer as linhas de financiamento”, revela.

O secretário de produção tratou como prioridade o projeto para a bioeconomia, para fortalecer a geração de receita nas comunidades rurais de Parintins. “Vamos trabalhar com foco no extrativismo. É uma área que a gente tem amplo conhecimento e experiência. Vamos conversar com os produtores nas comunidades e delinearmos um projeto de acesso ao crédito rural”, diz Tião Teixeira.

O gerente do Banco da Amazônia agradeceu a iniciativa da Prefeitura de Parintins de buscar os investimentos aos produtores. “A gente espera gerar dentro desses grupos uma quantidade significativa de pessoas satisfeitas com emprego e renda, fazer com que a economia do município cada vez mais evolua. Se Parintins tiver bons projetos, podemos investir uns 10 milhões”, descreve Luiz Alberto.

 

 

Fonte – PMP

Foto – Gerlean Brasil

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