O Projeto NanoRad’s conquistou a medalha de prata no Energy Summit Awards, realizado no Rio de Janeiro, em reconhecimento ao seu potencial e à proposta inovadora apresentada na área de energia. A premiação reuniu iniciativas que se destacam pela capacidade de transformar ideias em soluções com impacto para o setor. O resultado coloca o projeto entre os trabalhos que ganharam visibilidade durante o evento e reforça a importância da inovação na busca por novas alternativas para os desafios energéticos. A conquista também representa um reconhecimento ao trabalho desenvolvido pela equipe envolvida no NanoRad’s e amplia a projeção da iniciativa no cenário nacional. Com a medalha de prata, o projeto passa a contar com um importante destaque em sua trajetória e abre espaço para novas oportunidades de desenvolvimento e colaboração.
O projeto NanoRad’s conquistou a medalha de prata no Energy Summit Awards, durante cerimônia realizada na capital fluminense. A iniciativa é desenvolvida no âmbito do Centro de Inovação Biotecnológica para Recuperação de Áreas Degradadas (Cibrad), lançado em abril de 2026, no Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTI), com investimento da Shell Brasil, por meio da cláusula de PD&I.
Coordenado pelo pesquisador do Inpa José Francisco de Carvalho Gonçalves, o projeto teve início em 2022 e, em 2025, foi renovado em sua versão 2.0. A pesquisa é fruto de uma visão estratégica do Instituto para desenvolver tecnologias voltadas à recuperação de áreas degradadas na Amazônia e é executada, por meio do Acordo de Cooperação Técnica (ACT) nº SEI 01280.000926/2022-82, em parceria com nove instituições de ensino e pesquisa da Amazônia Legal: Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará (Unifesspa), Instituto Federal do Pará (IFPA), Instituto Federal de Rondônia (IFRO), Instituto Federal de Roraima (IFRR), Instituto Federal do Amazonas (IFAM), Instituto Federal do Maranhão (IFMA), Universidade Federal do Tocantins (UFT), Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e Universidade Federal do Acre (UFAC) e também conta com a participação da Universidade Federal de Viçosa (UFV).
De acordo com José Francisco, a premiação representa um importante reconhecimento científico, haja vista a consolidação do modelo experimental estudado, ratificado em publicações deste ano nas revistas New Forests, confirmando os achados sobre os sistemas de plantio florestal testados no projeto NanoRad’s, e Industrial Crops & Products, demonstrando a eficiência do uso do bioestimulante arbolina.
A premiação reforça o potencial da tecnologia brasileira para apoiar processos de recuperação de áreas degradadas com foco em plantios produtivos e destaca a relevância da cooperação entre governo, academia e iniciativa privada, reafirmando a força da tripla hélice. Com o reconhecimento, o NanoRad’s ganha maior visibilidade como uma solução baseada na natureza voltada à recuperação de ecossistemas amazônicos.
NanoRad’s
O NanoRad’s utiliza soluções de biotecnologia e nanotecnologia para estimular o crescimento das plantas, tornando mais eficiente o processo de recuperação florestal e de regeneração de áreas degradadas na Amazônia.
A iniciativa amplia o desempenho dos plantios florestais, ao mesmo tempo em que fortalece ações voltadas à ressignificação de áreas degradadas, integrando um conjunto de soluções destinadas à implementação de cadeias produtivas, à prestação de serviços ambientais e ao mercado de carbono.
Fonte – Ascom
Texto com apoio da Inteligência Artificial/Edição da Coopnews
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