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Projeto quer academias com profissionais capacitados para atender pessoas idosas e com deficiência

Projeto amplia debate sobre acessibilidade e inclusão de pessoas com deficiência em espaços fitness.
Proposta na Câmara busca garantir atendimento seguro e inclusivo em academias.

Um projeto em análise na Câmara propõe tornar obrigatória a presença de profissionais capacitados em academias para atender pessoas idosas e com deficiência, reforçando a importância de um ambiente mais seguro, inclusivo e preparado. A iniciativa reconhece que o acompanhamento adequado faz diferença na qualidade de vida e na prevenção de riscos, especialmente para esses públicos. Para virar lei, o texto ainda precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado, mas já coloca em evidência a necessidade de adaptar os espaços de atividade física às diferentes realidades dos usuários.

 

O Projeto de Lei 6836/25 obriga as academias de ginástica a oferecerem programa especial para pessoas idosas ou com deficiência. O objetivo é assegurar acessibilidade, segurança e inclusão por meio de adaptações nos espaços e no atendimento.

Pelo texto, deverão ser oferecidos horários preferenciais ou turmas adaptadas, além de atendimento prioritário e avaliações físicas iniciais e periódicas. Cada turno deverá contar com profissional de educação física ou instrutor capacitado.

Campanha nacional

O projeto de lei também institui a Campanha Nacional de Promoção da Atividade Física Inclusiva, a ser conduzida de forma conjunta pelos ministérios do Esporte e da Saúde. Essa campanha deverá ocorrer preferencialmente no mês de abril.

“Esta proposta cria medidas de incentivo e proteção à prática de atividades físicas em academias e outros estabelecimentos por pessoas idosas ou com deficiência”, disse o deputado Duda Ramos (MDB-RR) na justificativa que acompanha o texto.

Próximos passos

A proposta será analisada em caráter conclusivo pelas comissões do Esporte; de Saúde; de Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa; de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

 

 

Fonte – Agência Câmara de Notícias

Edição – Coopnews

Foto – ACAF/Brasil

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