Geral

Safra no Acre passa de 186,9 mil toneladas em 2025 e mostra força do campo

Com incentivos para fortalecer as cadeias produtivas, a safra no Acre ganhou ritmo e fechou 2025 acima de 186,9 mil toneladas.
O resultado da safra no Acre reflete o trabalho de quem está no campo e o impacto direto dos investimentos na produção rural.
A mandioca continua sendo o carro-chefe da produção e lidera o que é cultivado no estado.

A safra no Acre fechou 2025 com um resultado que chama atenção. De acordo com dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, o estado alcançou 186.972 toneladas na produção de cereais, leguminosas e oleaginosas. A área plantada também avançou e chegou a 62.804 hectares, mostrando a força do campo acreano.

O crescimento da safra no Acre reflete o trabalho diário de quem vive da terra. São produtores que enfrentam desafios climáticos, logísticos e de mercado, mas seguem investindo e ampliando a produção. O resultado é fruto de planejamento e de políticas voltadas ao fortalecimento das cadeias produtivas.

O governador Gladson Cameli destacou que o avanço está ligado a incentivos, assistência técnica, mecanização e apoio direto ao produtor rural. Segundo ele, a meta é continuar criando condições para que o campo produza mais e gere emprego e renda.

A produção agrícola movimenta a economia e impacta diretamente as famílias do interior. Quando a safra no Acre cresce, cresce também a circulação de recursos nos municípios, fortalecendo o comércio e ampliando oportunidades.

A secretária de Agricultura, Temyllis Silva, afirmou que o governo pretende manter o foco no incentivo aos produtores, seguindo as metas do Plano Plurianual. A intenção é clara: consolidar a safra no Acre como referência na região Norte e garantir que o desenvolvimento continue chegando ao campo.

“Os projetos em execução, os convênios e os recursos que recebemos do governo federal, por meio de emendas parlamentares vão seguir chegando na ponta. Cadeias como a do café, do cacau, do mel, da mandioca e as ações desenvolvidas em terras indígenas serão ampliadas”, disse.

A gestora ressaltou que esse trabalho ocorre em parceria com associações, cooperativas e prefeituras, com foco especial nos produtores que dependem diretamente do Estado para manter a produção e gerar renda no campo.

“Sabemos que há produtores que se desenvolvem mesmo sem a intervenção do governo, mas também há aqueles que dependem exclusivamente do apoio estatal. Nosso compromisso é dar continuidade ao que vem dando certo, corrigir falhas e alcançar áreas onde ainda não foi possível chegar.”

 

Fonte – Agência Acre

Edição – Coopnews

Foto – Marcos Vicentti/Secom

temas relacionados

clima e tempo

publicidade

baixe nosso app

outros apps