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Seguros de automóvel aceleram e mercado deve crescer 8% em 2026

Com mais carros nas ruas e mais preocupação com prejuízos, o seguro de automóvel virou prioridade para muita gente.
A criminalidade e os eventos climáticos extremos têm levado famílias e empresas a buscar mais proteção.
Nesse cenário, o mercado de seguros ganha fôlego e projeta crescimento de 8% em 2026.

Mesmo diante de um cenário econômico cheio de incertezas, como os impactos da cobrança do IOF sobre os planos de Previdência Aberta, o mercado de seguros no Brasil segue otimista. A Confederação Nacional das Seguradoras projeta crescimento de cerca de 8% em 2026, puxado principalmente pelos seguros de Automóvel, Habitacional, Transporte e Garantia, segmentos que continuam mostrando força e capacidade de adaptação.

Esse avanço tem relação direta com a realidade das ruas e das casas dos brasileiros. O aumento da criminalidade, os altos índices de roubo e os eventos climáticos extremos mudaram a forma como muitas pessoas enxergam a proteção financeira. O seguro, que antes era visto como um custo que podia esperar, passou a ser encarado como necessidade.

Para Valdenice Araujo, analista de Seguros da Sicoob Coopmil, a mudança é também cultural. Segundo ela, a internet ampliou o acesso à informação e ajudou a esclarecer a importância de estar protegido diante de perdas inesperadas. A sensação de insegurança e os prejuízos causados por fenômenos da natureza fizeram crescer a percepção de risco no dia a dia.

Os seguros de Automóvel e Habitacional aparecem entre os destaques dessa nova fase. Chuvas intensas, alagamentos e danos materiais, cada vez mais frequentes e amplamente divulgados, funcionam como alerta. Em muitos casos, o valor investido em um seguro é menor do que o custo de um reparo emergencial, o que reforça o custo-benefício dessas modalidades.

Mais do que pagar indenizações, o seguro oferece suporte quando o imprevisto acontece. Seja no conserto do carro, na assistência residencial ou no apoio a empresas em momentos críticos, a proteção representa tranquilidade. Em um cenário de incertezas, o mercado de seguros cresce porque entrega algo que hoje vale muito: segurança.

Para quem ainda não contratou um seguro, a especialista reforça que esses produtos devem ser vistos como parte essencial do planejamento financeiro, seja no âmbito pessoal ou empresarial.

“Estamos sujeitos a situações improváveis o tempo todo. Por que não se proteger? Imagine precisar indenizar um terceiro sem ter reserva financeira, perder dias de faturamento por uma pane na empresa ou precisar de uma assistência urgente e não ter a quem recorrer. O seguro evita situações
como essas e garante sossego”, afirma.

Nesse processo, as cooperativas de crédito têm um papel estratégico ao orientar os associados na escolha das coberturas mais adequadas à sua realidade. “A cooperativa apoia desde a análise das necessidades até a contratação das proteções ideais, sempre com foco em oferecer soluções que tragam tranquilidade. No fim das contas, é preciso se perguntar: quanto vale o nosso sossego? Estar tranquilo vale muito”, conclui.

 

Fonte – Ascom

Edição – Coopnews

Foto – Divulgação/Ascom

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