Com a chegada do verão e das férias de fim de ano, o lar passa a enfrentar mais riscos. Muitas famílias viajam e deixam as casas vazias por longos períodos, enquanto o clima mais intenso traz tempestades, descargas elétricas, alagamentos e quedas de energia. Esse cenário aumenta a vulnerabilidade das residências e acende o alerta para a proteção doméstica.
Não por acaso, a procura por seguro residencial cresce nessa época. Dados da Superintendência de Seguros Privados (Susep) mostram que os seguros patrimoniais movimentaram cerca de R$ 4,74 bilhões em prêmios no Brasil em 2025, com crescimento real de 9,24%.
Imprevistos típicos da estação — como infiltrações, danos a telhados, curtos na rede interna e queima de eletrodomésticos — intensificam o volume de acionamentos. O uso mais frequente de aparelhos como ar-condicionado, ventiladores e equipamentos de cozinha também aumenta a demanda por serviços de eletricista, encanador e chaveiro, que hoje integram a rotina das assistências 24h.
Deixar a casa vazia durante as férias adiciona riscos como tentativas de invasão, rompimento de tubulações sem identificação imediata e danos elétricos que evoluem sem percepção do morador. O seguro residencial passou a ser um aliado essencial para evitar prejuízos maiores e garantir atendimento rápido, mesmo quando a família está fora.
“O verão traz um conjunto de imprevistos que podem comprometer a estrutura da casa e gerar gastos elevados”, afirma Felipe Assis, assistente de negócios da Cooperemb. “Além de proteger o imóvel contra roubos e danos provocados por tempestades e quedas de energia, o seguro oferece assistências que resolvem emergências de forma imediata, evitando que problemas simples se tornem grandes transtornos.”
Felipe explica que a escolha da apólice deve considerar o perfil da residência, o valor dos bens e a exposição a riscos sazonais, como chuvas intensas e oscilações na rede elétrica. Ele também destaca que o avanço das assistências transformou o seguro em um serviço de uso contínuo, e não apenas emergencial.
“O que vemos hoje é uma mudança de comportamento”, diz o especialista. “As famílias buscam conveniência, praticidade e suporte técnico sempre que precisam. As assistências 24h cresceram porque ajudam no dia a dia, seja para reparar um vazamento, restabelecer a parte elétrica ou abrir uma porta. Isso ampliou a percepção de valor e fortaleceu o mercado.” As cooperativas de crédito seguem com papel relevante nesse movimento. Segundo Felipe, o modelo cooperativista permite oferecer soluções mais acessíveis, com coberturas ajustadas às necessidades reais das famílias.
Fonte – Ascom
Foto – Divulgação/Ascom




