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Uninorte inaugura Espaço Seguro para acolher mulheres vítimas de violência

A iniciativa amplia o debate sobre enfrentamento à violência e reforça o compromisso da Uninorte com ações concretas de apoio e informação.
O novo projeto da Uninorte cria um Espaço Seguro voltado ao acolhimento e orientação de mulheres em situação de violência doméstica.
O lançamento reúne palestras educativas e a participação de representantes do sistema de Justiça, fortalecendo a rede de proteção.

A Uninorte inaugura, no dia 27 de fevereiro, das 15h às 17h30, o Espaço Seguro, ambiente criado para acolher mulheres vítimas de violência doméstica. O evento será realizado no laboratório de Práticas Acadêmicas do campus Centro e marca o lançamento do projeto com o tema “II Amazonizar o Direito: Órgãos do Feminicídio”.

Idealizado pelo Núcleo de Práticas Jurídicas da unidade Centro, o projeto nasce com a proposta de oferecer escuta qualificada, orientação jurídica e encaminhamento aos meios legais adequados. O Espaço Seguro também garante suporte inicial em um ambiente humanizado e protegido, pensado para receber mulheres que precisam de apoio imediato.

A iniciativa busca apresentar à população o novo serviço gratuito disponibilizado pela Uninorte. Durante a programação, haverá palestras com a participação de representantes do sistema de Justiça, entre eles juiz titular da Vara de Violência Doméstica, promotor de Justiça e defensor público com atuação na área.

O objetivo é ampliar o debate sobre os mecanismos de enfrentamento ao feminicídio e fortalecer a rede de proteção às vítimas. A presença de autoridades do sistema de Justiça reforça a importância do diálogo entre universidade e instituições públicas no combate à violência.

De acordo com o coordenador do curso de Direito da IES, Átila Callison, o Espaço Seguro representa um avanço no compromisso social da Uninorte. Ele afirma que o projeto foi pensado para acolher mulheres que precisam de orientação e ajuda, oferecendo escuta, respeito e direcionamento jurídico adequado. Além de beneficiar a comunidade, a iniciativa também contribui para a formação prática dos acadêmicos, que passam a atuar de forma supervisionada e responsável em casos de violência doméstica.

 

 

Fonte – Ascom

Edição – Coopnews

Foto – Divulgação – Ascom

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