Secretaria de Cultura no Amazonas realiza pesquisa na tentativa de identificar o público que frequenta os espaços culturais

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Uma pesquisa, realizada pelo Governo do Amazonas, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (SEC), vai identificar o perfil do público frequentador dos equipamentos culturais do Estado. Em 2018, as políticas desenvolvidas serão pautadas a partir de indicadores culturais capazes de orientar os perfis de consumo da população.

A utilização desta ferramenta estratégica de gestão pública da cultura, por meio de um questionário com perguntas acerca dos perfis pessoal, social e econômico do visitante, vai ao encontro de uma série de ações que a SEC vem desenvolvendo como forma de emancipar o cenário e mercado de produção e circulação de bens culturais do Estado.

De acordo com o diretor dos Centros Culturais da SEC, Taciano Soares, a aplicação do questionário é necessária para o mapeamento de público da Secretaria. “Tudo o que fazemos é para alcançar a população, então precisamos entender quem são as pessoas que frequentam os espaços culturais da Secretaria, para que possamos identificar a quem o trabalho está chegando e como pode ser melhor difundido”, explica Taciano.

Perfis

O questionário é composto por perguntas que abordam os perfis pessoal, social e econômico do entrevistado, a fim de conhecer de forma mais detalhada quem é a pessoa, o que faz, de onde vem, com o que se ocupa, o que consome.

Segundo Taciano, as respostas servem como indicadores que norteiam a pesquisa, possibilitando que as ações da Secretaria sejam cada vez mais em favor da pluralidade característica da população amazonense. “Precisamos ir ao encontro das pessoas na sua diversidade cultural, realizar ações que alcancem as múltiplas identidades que o Estado tem, para que nenhum grupo social ou econômico específico seja negligenciado”, afirma o diretor.

A pesquisa está em andamento em espaços como Cine Teatro Guarany, Teatro Américo Alvarez, Teatro Jorge Bonates, Teatro da Instalação, Teatro Gebes Medeiros, Palácio Rio Negro, Palácio da Justiça, Palacete Provincial e Centro Cultural dos Povos da Amazônia.

 

Fonte – SEC

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