O Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTI) recebe na quinta-feira, 5 de novembro, às 16h, o pesquisador peruano Giussepe Gagliardi Urrutia para uma palestra sobre monitoramento da biodiversidade na Amazônia. A atividade integra o Seminários da Amazônia e será realizada no auditório da Editora do Inpa, em Manaus. Com o tema “Monitoramento da biodiversidade: O que estamos fazendo no Instituto de Investigaciones de la Amazonía Peruana (IIAP)?”, o encontro apresentará iniciativas desenvolvidas pelo instituto peruano para acompanhar espécies e avaliar os impactos das atividades humanas nos ecossistemas amazônicos. Doutor em ecologia e evolução da biodiversidade, Urrutia abordará ferramentas como códigos de barras de DNA, análise de DNA ambiental, monitoramento acústico com inteligência artificial e aplicativos para identificar palmeiras a partir de imagens captadas por drones. A palestra também tratará de inventários bioculturais realizados em territórios de povos amazônicos e indígenas. Pesquisador visitante especial do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), no âmbito do Projeto Pró-Amazônia, Urrutia destacará como a integração entre biologia molecular, bioacústica, sensoriamento remoto e inteligência artificial pode contribuir para a produção de informações científicas e subsidiar estratégias de conservação e gestão sustentável da região.
Pesquisa combina DNA ambiental, acústica e inteligência artificial
O Seminários da Amazônia, promovido pelo Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTI), recebe na quinta-feira, 5 de novembro, às 16h, a palestra especial “Monitoramento da biodiversidade: O que estamos fazendo no Instituto de Investigaciones de la Amazonía Peruana (IIAP)?”.
O encontro será realizado no auditório da Editora do Inpa, em Manaus, e terá como convidado o pesquisador Giussepe Gagliardi Urrutia, que apresentará iniciativas desenvolvidas pelo instituto peruano para monitorar a biodiversidade e avaliar os impactos humanos nos ecossistemas amazônicos do Peru.
Doutor em ecologia e evolução da biodiversidade, Urrutia tem experiência em inventários biológicos, taxonomia e ecologia de herpetofauna, além de atuar em programas de conservação da fauna amazônica em parceria com comunidades locais.
Durante a palestra, o pesquisador abordará diferentes métodos e tecnologias utilizados para ampliar o conhecimento sobre as espécies e os ambientes naturais da região.
Entre os temas estão o uso de códigos de barras de DNA (DNA barcoding) e de bibliotecas de referência para o monitoramento em larga escala por meio do DNA ambiental (eDNA).
O encontro também discutirá os inventários bioculturais realizados em territórios de povos amazônicos e indígenas. Essas iniciativas integram informações sobre flora, fauna e diagnósticos das comunidades, relacionando a biodiversidade às realidades dos territórios.
Inteligência artificial amplia possibilidades de identificação de espécies
Outro destaque da apresentação será o monitoramento acústico, tanto passivo quanto ativo, com uso de inteligência artificial para analisar paisagens sonoras e identificar espécies.
A palestra também abordará os avanços no desenvolvimento de aplicativos baseados em inteligência artificial para identificar palmeiras amazônicas a partir de fotografias feitas por drones.
Essas abordagens representam diferentes possibilidades de coleta e análise de informações sobre a biodiversidade, combinando recursos tecnológicos com métodos de investigação científica.
O uso integrado dessas ferramentas permite estudar os ecossistemas sob diferentes perspectivas, desde a identificação genética de organismos até a análise de sons e imagens registrados no ambiente natural.
Integração de tecnologias contribui para a conservação amazônica
Giussepe Gagliardi Urrutia também atua como pesquisador visitante especial do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), no Projeto Pró-Amazônia.
Segundo o pesquisador, a integração entre biologia molecular, bioacústica, sensoriamento remoto e inteligência artificial fortalece o monitoramento da biodiversidade, gera informações para avaliar impactos e subsidia estratégias de conservação e gestão sustentável da Amazônia.
A palestra integra as atividades do Seminários da Amazônia, iniciativa do Inpa voltada à apresentação e à discussão de temas relacionados à pesquisa científica e à região amazônica.
Fonte – Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTI)
Texto com apoio da Inteligência Artificial/Edição da Coopnews
Foto – Daira Martins (Ascom/Inpa)
Monitoramento da biodiversidade amazônica Inteligência artificial na conservação
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