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Automação e novas tecnologias modernizam a rede elétrica e agilizam atendimento no Pará

Equatorial Pará investe em equipamentos automatizados para aumentar a segurança e a capacidade operacional da rede no estado.
Instalação de 61 religadores automáticos em diversos municípios garante tentativas de recomposição de energia sem intervenção presencial imediata.
Uso de bancos reguladores de tensão e subestações móveis prepara a infraestrutura para acompanhar o crescimento urbano e a expansão da demanda.

A modernização do sistema elétrico no Pará ganha ritmo com a ampliação da automação e do monitoramento remoto da rede de distribuição. Por meio de investimentos em equipamentos de alta tecnologia — como bancos reguladores de tensão, subestações móveis e religadores automáticos —, a Equatorial Pará busca aumentar a segurança, a estabilidade e a agilidade nas operações e no atendimento a ocorrências em diversos municípios do estado. Somente entre janeiro e setembro deste ano, a concessionária instalou 61 religadores automáticos, beneficiando diretamente cidades como Marabá, Canaã dos Carajás, Parauapebas, Santana do Araguaia, Tucuruí, Novo Repartimento e Xinguara. A estratégia combina inteligência operacional, flexibilidade técnica e capacidade de controle para preparar a infraestrutura para o crescimento populacional e econômico da região. Operados remotamente, esses recursos identificam oscilações, corrigem falhas momentâneas e ajustam os níveis de tensão de forma rápida. Para o consumidor, embora grande parte desse trabalho ocorra nos bastidores da engenharia, o impacto reflete-se na redução do tempo de interrupção e em um fornecimento contínuo e de maior qualidade.

A automação vem ganhando cada vez mais espaço no dia a dia em todos os setores e, no sistema elétrico, tem tornado a operação da rede mais segura, ágil e preparada para acompanhar o crescimento das cidades. Equipamentos operados remotamente e soluções de engenharia, já incorporados à infraestrutura de distribuição de energia, melhoram o controle da rede, trazendo ainda mais agilidade no atendimento de ocorrências.

Entre essas tecnologias estão os bancos reguladores de tensão (BRTs), as subestações móveis e os religadores automáticos. Embora tenham funções diferentes, os equipamentos fazem parte de uma mesma estratégia: aumentar a capacidade de operação da rede e permitir que a distribuidora tenha mais recursos para identificar, controlar e solucionar situações que possam afetar o fornecimento de energia.

Instalados na rede, os religadores automáticos conseguem identificar determinadas ocorrências e realizar manobras de forma automática. Quando há uma interrupção momentânea no fornecimento — como um galho tocando a rede, por exemplo —, o religador pode interromper o circuito e realizar até três tentativas de recomposição do fornecimento, sem que seja necessária, inicialmente, a atuação presencial de uma equipe no local. Somente de janeiro a setembro deste ano, a Equatorial Pará já investiu na instalação de 61 religadores automáticos, reforçando a rede elétrica de municípios como Marabá, Canaã dos Carajás, Parauapebas, Santana do Araguaia, Tucuruí, Novo Repartimento e Xinguara, entre outros.

O banco regulador de tensão é outro mecanismo essencial à qualidade e à continuidade do fornecimento, pois atua no controle dos níveis de tensão ao longo da rede. Na prática, o equipamento ajuda a compensar variações que podem ocorrer durante o percurso da energia até os consumidores, contribuindo para que a tensão permaneça dentro dos parâmetros adequados.

Já a subestação móvel funciona como uma estrutura temporária que pode ser utilizada em situações que exigem uma alternativa rápida de atendimento. O equipamento pode ser deslocado para diferentes localidades conforme a necessidade operacional, apoiando intervenções de maior porte, manutenções ou situações emergenciais, permitindo maior flexibilidade para a operação do sistema.

“A automação permite que a gente tenha mais informação sobre o comportamento da rede e consiga atuar de maneira mais rápida e precisa. São tecnologias que aumentam nossa capacidade de operação, melhoram o controle do sistema e ajudam a preparar a rede para acompanhar o crescimento dos municípios e o aumento da demanda por energia”, explica Sidney Tavares, superintendente da Equatorial.

Tecnologia que trabalha nos bastidores

Para o cliente, muitas dessas tecnologias não são percebidas diretamente, porque grande parte do trabalho acontece nos bastidores do sistema elétrico. O resultado aparece na capacidade da rede de responder a diferentes situações e na atuação mais eficiente das equipes de operação. Juarez Rocha, gerente de Obras da distribuidora, explica que a modernização também permite maior segurança e flexibilidade, especialmente em regiões onde a demanda por energia está crescendo.

“Quando falamos em modernização da rede, não estamos tratando apenas da instalação de novos equipamentos, mas falando de uma estrutura que permite operar o sistema de forma mais inteligente. A automação, o controle da tensão e a possibilidade de utilizar uma subestação móvel permitem às equipes alternativas para realizar obras, manutenções e atender às necessidades do sistema”, destaca.

A utilização de equipamentos de automação e controle no sistema elétrico contribui para que a infraestrutura acompanhe a evolução e o crescimento das cidades de maneira planejada. A modernização do sistema elétrico, portanto, vai além da substituição ou instalação de equipamentos. Envolve tecnologia, monitoramento e planejamento, criando uma rede com maior capacidade de controle e preparada para diferentes cenários de operação.

 

Fontes – Ascom/Equatorial Pará

Texto com apoio da Inteligência Artificial/Edição da Coopnews

Foto – Ascom/Equatorial Pará

 

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