Nos dias 11 e 12 de agosto, Brasília tornou-se o centro de discussões fundamentais para o agronegócio nacional com a realização do 3º Fórum da Liderança Feminina Sindical Rural. Promovido pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), o evento reuniu comissões estaduais de todo o país com o objetivo de debater políticas públicas, fortalecer o sindicalismo e ampliar a representatividade feminina. Entre as participantes que fizeram a diferença no encontro, destacou-se a comitiva da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Amazonas (FAEA), liderada por Priscila do Nascimento, presidente da Comissão Estadual das Mulheres do Agro. Durante os dois dias de programação intensa, a delegação do Amazonas engajou-se em palestras de alto nível político e em atividades práticas no Congresso Nacional, consolidando a voz e o protagonismo das produtoras rurais do Norte no cenário nacional.
A presença das mulheres da Amazônia no cenário nacional do agronegócio ganhou um capítulo especial. Representando a força e as particularidades das produtoras do norte do país, a delegação da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Amazonas (FAEA) viajou a Brasília para participar ativamente do Fórum da Liderança Feminina Sindical Rural.
O evento de nível nacional, promovido pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), serviu como um espaço de conexão, aprendizado e, acima de tudo, de articulação sindical e política para as mulheres que movimentam o campo. A representação amazonense foi composta por Priscila do Nascimento, presidente da Comissão Estadual das Mulheres do Agro da FAEA; Vanilda Bastos, vice-presidente da comissão; e Paula Galvão, secretária. Juntas, elas levaram a realidade, os desafios e a potência do agro do Amazonas para o centro dos debates na capital federal.
Mergulho na prática do Legislativo brasileiro
O primeiro dia do evento, 11 de agosto, reservou uma experiência intensa e imersiva para as participantes. A comitiva realizou uma visita guiada às dependências da Câmara dos Deputados, onde pôde vivenciar de perto o ambiente onde as leis que impactam diretamente o produtor rural são debatidas e formuladas.
Para aprofundar essa dinâmica, o professor Ruthier Silva ministrou uma palestra detalhada sobre o processo legislativo na prática. A atividade incluiu uma simulação interativa da tramitação de um projeto de lei, permitindo que as lideranças femininas compreendessem os bastidores, as negociações e as etapas necessárias para que uma demanda do campo se transforme em legislação nacional. Esse tipo de capacitação é essencial para munir as produtoras de ferramentas estratégicas na defesa dos interesses do setor.
Protagonismo global e união de lideranças
No segundo dia, 12 de agosto, as atividades concentraram-se na sede da CNA, com foco na análise do cenário político brasileiro e na atuação das mulheres do agro sob uma perspectiva global. A abertura do evento contou com o presidente da CNA, João Martins, que ressaltou a urgência de ampliar a liderança feminina nos estados, sindicatos e demais esferas de tomada de decisão do setor produtivo.
O debate de alto nível foi enriquecido com a participação de figuras influentes da política e do desenvolvimento agrícola, como a senadora Tereza Cristina, vice-presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA); Stéphanie Gobato, presidente da Comissão Nacional das Mulheres do Agro da CNA; e Gherda Barreto, representante da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) no Equador. Também estiveram presentes os vice-presidentes da CNA, Humberto Miranda e Amílcar Silveira, e o presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Rio Grande do Sul (Farsul), Domingos Velho.
O futuro do agro com o olhar do Amazonas
Para a FAEA, marcar presença no Fórum da Liderança Feminina representa um passo estratégico e indispensável para garantir que as particularidades da Região Norte — com seus imensos desafios logísticos e sua dedicação à sustentabilidade — façam parte da agenda nacional do agro. A iniciativa reforça o compromisso contínuo da instituição em apoiar e qualificar suas produtoras, proporcionando-lhes voz ativa nos ambientes onde o futuro do agronegócio é planejado e decidido.
Fonte – FAEA
Texto com apoio da Inteligência Artificial/Edição da Coopnews
Foto – Divulgação/FAEA




