O artigo Pele negra, jalecos brancos: racismo, cor(po) e (est)ética no trabalho de campo antropológico, publicado na Revista de Antropologia, traz um relato revelador de uma pesquisadora de doutorado negra e sua experiência de acompanhamento clínico, com enfoque nos aspectos antropológicos, em um centro médico de pesquisa de campo. A autora do trabalho, Renata Castro, observou e transcreveu seu cotidiano como pesquisadora negra, deparando-se com situações que a levaram a refletir como o racismo de gênero afetou seu trabalho, suas conclusões sobre a pesquisa farmacêutica, a medicina e a antropologia. Renata, enquanto vestida com um jaleco branco, analisou “o campo da medicina como espaço marcado pela branquidade e estendendo tal crítica à antropologia.”
O artigo Pele negra, jalecos brancos: racismo, cor(po) e (est)ética no trabalho de campo antropológico, publicado na Revista de Antropologia, traz um relato revelador de uma pesquisadora de doutorado negra e sua experiência de acompanhamento clínico, com enfoque nos aspectos antropológicos, em um centro médico de pesquisa de campo. A autora do trabalho, Renata Castro, observou e transcreveu seu cotidiano como pesquisadora negra, deparando-se com situações que a levaram a refletir como o racismo de gênero afetou seu trabalho, suas conclusões sobre a pesquisa farmacêutica, a medicina e a antropologia. Renata, enquanto vestida com um jaleco branco, analisou “o campo da medicina como espaço marcado pela branquidade e estendendo tal crítica à antropologia.”
Fonte – USP
Foto – Divulgação




