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Ufam e órgãos federais unem forças no Combate aos Incêndios Florestais no Amazonas

Reunião na Suframa alinha cooperação técnica e científica entre a universidade, o Ibama, a Defesa Civil e ministérios federais.
Operação mobiliza 425 profissionais, frota de aeronaves e novos aportes superiores a R$ 14 milhões do Governo Federal.
Comitê da Ufam monitora poluição atmosférica para orientar funcionamento acadêmico e proteger a comunidade universitária.

A Universidade Federal do Amazonas (Ufam) participou de uma reunião de alinhamento estratégico na sede da Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa) com diversos órgãos e ministérios do Governo Federal. O encontro teve como objetivo integrar frentes científicas, operacionais e de saúde para intensificar o **combate aos incêndios no Amazonas** e mitigar os efeitos da fumaça na região. Representada pela reitora Tanara Lauschner e pelo diretor do Centro de Ciências do Ambiente (CCA), André Mendonça, a universidade colocou sua estrutura técnica e científica à disposição da força-tarefa nacional. A operação conta atualmente com 425 profissionais mobilizados pelo Ibama, incluindo 350 brigadistas, aeronaves para combate ao fogo e resgate de fauna, além de um investimento anunciado de mais de R$ 14 milhões. Embora haja tendência de redução nos focos de calor locais, a fumaça vinda do oeste do Pará continua afetando a qualidade do ar em Manaus. Diante desse cenário, a Ufam monitora continuamente os índices atmosféricos por meio do seu Comitê de Qualidade do Ar para embasar decisões sobre as atividades acadêmicas e proteger a comunidade universitária.

A Universidade Federal do Amazonas (Ufam), representada pela reitora Tanara Lauschner e pelo diretor do Centro de Ciências do Ambiente (CCA), André Mendonça, participou na segunda-feira, 19 de outubro, de uma reunião de alinhamento com representantes de diversos órgãos federais. O encontro, realizado na sede da Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa), na capital amazonense, teve como objetivo fortalecer a força-tarefa do Governo Federal no **combate aos incêndios no Amazonas** e na mitigação dos impactos causados pela fumaça na região.

A iniciativa reuniu instituições estratégicas como o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), a Força Nacional do SUS e a Defesa Civil Nacional, além de representantes dos ministérios do Trabalho e das Mulheres. A reunião buscou consolidar e definir frentes de apoio técnico, científico e operacional entre as entidades locais e federais.

Durante a apresentação do panorama das operações, o superintendente do Ibama no Amazonas, Joel Araújo, destacou que as ações do Governo Federal seguem de forma intensiva no estado. O órgão estruturou seu próprio Centro de Comando e Monitoramento para organizar e otimizar as frentes de trabalho no campo. Atualmente, a operação conta com 425 profissionais mobilizados — incluindo cerca de 350 brigadistas, além de equipes de fiscalização, suporte administrativo e pilotos —, apoiados por uma frota de aeronaves voltadas ao combate direto ao fogo, transporte de equipes e resgate de animais da fauna silvestre.

Apesar de haver uma tendência geral de redução nos focos de calor em território amazonense, Joel Araújo esclareceu que a qualidade do ar em Manaus ainda é impactada por fatores climáticos e pela dinâmica dos ventos regionais, que transportam densas massas de fumaça oriundas de grandes queimadas situadas no oeste do Pará em direção à capital do Amazonas.

O alinhamento institucional reforçou ainda os novos aportes financeiros e operacionais anunciados pela comitiva de ministérios do Governo Federal. As medidas incluem a ampliação do uso de aeronaves especializadas, o reforço de insumos operacionais e de saúde, além da liberação de investimentos superiores a R$ 14 milhões destinados ao combate direto às queimadas no estado.

Para a reitora da Ufam, Tanara Lauschner, a presença ativa da universidade representa a busca por soluções conjuntas para os graves problemas socioambientais enfrentados na região. “Muito bom estar aqui com todos os colegas. A Ufam está plenamente à disposição para colaborar com a força-tarefa, unindo a produção de conhecimento científico e o suporte técnico necessários para enfrentar este momento crítico e apoiar as ações integradas do Governo Federal no estado”, declarou a gestora.

Durante a reunião, a reitora explicou aos participantes que as decisões institucionais a respeito da suspensão ou manutenção das atividades acadêmicas e administrativas da Ufam estão sendo tomadas a partir de análises técnicas conduzidas pelo Comitê de Qualidade do Ar da universidade. O grupo monitora constantemente os índices de poluição atmosférica com base em indicadores específicos, como a presença de partículas suspensas na atmosfera, níveis de umidade relativa, ocorrência de precipitação e direção dos ventos.

Sobre a Comissão de Qualidade do Ar

A Comissão tem a finalidade de discutir e implementar medidas para ampliar a capacidade de resposta da Ufam diante de novos episódios de deterioração da qualidade do ar no estado. A iniciativa busca fortalecer as ações institucionais permanentes de proteção à comunidade universitária frente às adversidades climáticas.

 

 

Fonte – Ufam (Universidade Federal do Amazonas)

Texto com apoio da Inteligência Artificial/Edição da Coopnews

Foto – Divulgação/ Ufam (Universidade Federal do Amazonas)

 

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Leia também – A tragédia oculta do fogo – resgate inadequado e fumaça agravam riscos para a fauna na Amazônia – https://radiowebcoopnews.com.br/a-tragedia-oculta-do-fogo-resgate-inadequado-e-fumaca-agravam-riscos-para-a-fauna-na-amazonia/

 

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