Agosto é marcado pela campanha Agosto Lilás, iniciativa nacional dedicada à conscientização e ao combate à violência contra a mulher. O mês reforça a importância de ampliar debates, fortalecer políticas públicas e qualificar o atendimento às vítimas. Nesse contexto, Tatiana Almeida Freire de Souza, estudante do último período de Psicologia do Centro Universitário Martha Falcão Wyden, traz reflexões sobre como a formação acadêmica pode preparar futuros profissionais para atuar de forma ética, técnica e humanizada diante dessa realidade.
Tatiana direcionou sua trajetória acadêmica para estudos sobre violência de gênero e acolhimento psicossocial, aprofundando-se no tema durante o estágio em um espaço que possibilitou compreender, de forma crítica, o papel do psicólogo no atendimento a mulheres em situação de violência. “Essa experiência mostrou que a atuação do psicólogo vai muito além da clínica tradicional. É essencial compreender as dinâmicas da violência, trabalhar em equipes multiprofissionais e integrar ações com saúde, assistência social, sistema de justiça e demais políticas públicas”, afirma.
Para ela, o enfrentamento à violência contra a mulher exige profissionais capazes de reconhecer sinais, compreender contextos e intervir com sensibilidade e preparo técnico. Defende, ainda, que o tema esteja cada vez mais presente nos currículos de Psicologia, incentivando pensamento crítico e compromisso com os direitos humanos.
“Agradeço ao Centro Universitário Martha Falcão WYDEN por oferecer uma formação que me possibilitou desenvolver não apenas competências técnicas, mas também um olhar sensível e comprometido com as demandas sociais. O psicólogo, como agente social, precisa estar pronto para atuar em diferentes contextos, articulando ciência, ética e transformação social”, conclui Tatiana.
A coordenadora do curso de Psicologia, professora Maria Vilani Maia Sequeira, reforça: “A luta contra a violência doméstica e o feminicídio exige uma abordagem integrada. Essa colaboração é fundamental para ampliar as possibilidades de amparo às mulheres em situação de violência e aos familiares das vítimas. O diálogo entre profissionais traz clareza na compreensão da violência como um fenômeno social e histórico, considerando aspectos psicológicos, sociais e culturais. ”
Fonte – Ascom
Foto – Divulgação




