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Ano começa com boas oportunidades para quem quer investir

Mesmo assim, não é hora de decidir no impulso. Especialistas alertam que escolher bem os investimentos faz diferença e que a estratégia precisa considerar objetivos, prazos e perfil do investidor.
Com os juros ainda elevados, o início do ano abre um cenário interessante para investimentos, especialmente na renda fixa.
Esse tipo de aplicação volta a ganhar espaço por oferecer mais segurança e retornos previsíveis.

O início de 2026 traz um cenário interessante para quem quer investir. Com os juros ainda elevados, surgem boas oportunidades, especialmente para quem busca mais segurança. Mas, nesse momento, ter orientação na hora de montar a carteira faz toda a diferença para alcançar bons resultados.

É nesse contexto que o Sicredi se apresenta como uma opção para seus associados. Com mais de 120 anos de história, a instituição financeira cooperativa é sólida, reconhecida no mercado e avaliada pelas principais agências internacionais de risco. Além disso, administra mais de R$ 157 bilhões em ativos e está entre as maiores gestoras do Brasil, com destaque para os investimentos em renda fixa, segundo a Anbima.

O cenário atual abre espaço para todos os perfis de investidores. Há alternativas para quem prefere segurança, para quem aceita um pouco mais de risco e para quem busca equilíbrio entre os dois. Por isso, acompanhamento contínuo e orientação especializada ajudam a tomar decisões mais conscientes e alinhadas aos objetivos de cada pessoa. No Sicredi, os associados encontram opções variadas e o apoio de especialistas ao longo do caminho.

Para a consultora de investimentos do Sicredi, Maria Tamires Adelino, 2026 deve ser um ano de estratégia e cautela. Mesmo com a expectativa de queda gradual dos juros, dos atuais 15% ao ano para cerca de 12,5%, ela explica que o patamar ainda elevado mantém boas oportunidades em aplicações pós-fixadas ligadas ao CDI ou à Selic. Segundo a especialista, esse cenário permite buscar bons rendimentos sem a necessidade de assumir riscos elevados, o que agrada especialmente investidores mais conservadores.

Apesar do cenário favorável à renda fixa, é importante lembrar que a escolha das aplicações deve considerar não apenas o momento econômico, mas também o perfil do investidor e seus objetivos. Para quem busca maior potencial de retorno e aceita mais volatilidade, ações, fundos imobiliários e multimercados podem ser alternativas interessantes. Em qualquer caso, a diversificação continua sendo essencial para reduzir riscos.

A consultora destaca que, para quem ainda não investe ou está começando, o mais importante é construir uma base sólida. “A orientação é começar pelo básico, com produtos como RDC pós-fixado e fundos DI. Depois, organizar uma reserva de emergência, que cubra pelo menos seis meses das despesas e fique aplicada em produtos com liquidez”, afirma. Ela também reforça a importância de investir de forma gradual, com aportes mensais, e de buscar educação financeira, entendo conceitos como CDI, IPCA, volatilidade e os diferentes tipos de risco, como crédito e liquidez, só depois, diversificar aos poucos. “Dessa forma, é possível aproveitar o momento dos juros altos com mais segurança e planejamento”, conclui.

Além da rentabilidade, fatores como prazo e objetivos do investidor devem guiar as escolhas no próximo ano. Produtos de renda fixa continuam atrativos pelo cenário de juros elevados, mas é importante avaliar estratégia e perfil antes de decidir. Já na renda variável, oportunidades existem, mas exigem planejamento e compreensão dos riscos. Combinar aplicações com características distintas é essencial para manter equilíbrio e suavizar oscilações da carteira.

De acordo com Maria Tamires, o cenário econômico atual reúne fatores que favorecem decisões mais seguras para quem investe. “Nesse momento, a renda fixa continua sendo uma boa opção porque permite bons retornos com menor risco. Ao longo do ano, conforme os juros começarem a cair, o investidor pode planejar com calma a diversificação para outros ativos”, sugere.

Para ela, manter disciplina e constância nos aportes é essencial. “Mesmo com a expectativa de queda dos juros ao longo de 2026, o cenário ainda é favorável para quem busca investir com baixo risco. A renda fixa segue atrativa, mas o momento também pede planejamento, disciplina e diversificação. Começar a investir agora, mesmo com pouco, ajuda a criar hábito e construir uma estratégia sólida para o longo prazo”, conclui.

 

 

Fonte – Ascom

Edição – Coopnews

Foto – Divulgação/Ascom

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