Cultura

Banco da Amazônia celebra os Povos Indígenas com vivência imersiva de grafismo

Iniciativa reforça valorização dos Povos Indígenas e da cultura amazônica no cenário contemporâneo.
Centro Cultural do Banco da Amazônia abre espaço para arte, identidade e ancestralidade indígena.
Atividade propõe experiência prática com grafismo tradicional e conexão com saberes originários.

O Centro Cultural Banco da Amazônia transforma arte em encontro e tradição em experiência viva. Em celebração ao Dia dos Povos Indígenas, o espaço promove uma vivência de grafismo que convida o público a mergulhar nos significados, traços e histórias que atravessam gerações. Mais do que uma atividade artística, a proposta é um convite à escuta, ao respeito e à valorização dos saberes ancestrais da Amazônia.

No próximo domingo, 19 de abril, data em que é celebrado o Dia dos Povos Indígenas, o Centro Cultural Banco da Amazônia promove uma vivência em grafismo indígena. Com inscrições gratuitas, a oficina “Vivência de Grafismo Amazônico” será ministrada pela artista visual Alice Cristina da Silva, mais conhecida como Arteira Hermosa. Voltado para o público a partir de 12 anos, o evento inicia às 10 horas.

Com abordagem conceitual e prática, durante a oficina serão ministrados conteúdos que abordam desde a introdução aos grafismos indígenas amazônicos, passando pela apresentação de grafismos dos povos Tiriyó e Tupinambá, a contextualização simbólica e cultural desse tio de arte, até a demonstração do preparo de pigmentos naturais como genipapo e urucum com experimentação prática no corpo e no papel dos participantes do evento.

“A atividade aborda grafismos indígenas amazônicos a partir de suas dimensões simbólicas, culturais e corporais, promovendo uma experiência sensível que articula corpo, território e expressão visual”, explica a artista, cujo trabalho abrange múltiplas linguagens como tatuagem, muralismo, intervenções urbanas, projetos de fala e poesia, audiovisual e até experimentações com tecido e vestuário.

Arteira Hermosa foi reconhecida internacionalmente durante a COP 30, realizada em Belém do Pará, em 2025. Durante a Conferência, ela recebeu o prêmio de Jovem Liderança Artística pelo Clima, um reconhecimento ao trabalho independente que desenvolve para a conscientização e valorização de projetos voltados ao bem-estar social e ambiental. Com um total de 20 vagas, as inscrições para a oficina podem ser feitas pelo e-mail centrocultural@basa.com.br.

 

 

Fonte – Ascom

Edição – Coopnews

Foto – @arteira.hermosa_

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